sábado, 23 de janeiro de 2016

QUE A SEMOSP NÃO PAGUE PRA VER E EVITE UMA TRAGÉDIA ANUNCIADA

Uma tragédia poderá acontecer há qualquer momento na Estrada de Ribamar, região do bairro Planalto Aurora. É que no meio dessa via, entre o posto Pingão e o retorno da Forquilha, existe um buraco, como vemos nas imagens, que pode colocar em risco a vida de quem por ali trafega diariamente.

De longe parece apenas um bueiro destampado, mas chegando perto percebe-se que o problema é bem pior, já que na parte interna um largo fosso está se formando, comprometendo a camada asfáltica por baixo da pista nas duas vias. Com o intenso movimento de veículos, entre carros de passeio, moto e transporte coletivo, a areia está cedendo cada vez mais, aliado a intensificação das chuvas, a tendência é que em breve aquilo venha a desabar.

Em conversa com trabalhadores da área que acompanham a situação diariamente, eles afirmam o problema avança muito rápido e é preocupante.

Se faz necessário, urgentemente a intervenção da prefeitura de São Luís, através da Secretaria Municipal de Obras e Serviços, sob o risco que aquela armadilha que se cria no local venha a desarmar e ocorra uma tragédia.

A nossa preocupação é que essa capa asfáltica sobre uma cratera, do jeito como está, venha a desmoronar a qualquer instante, exatamente no momento que pesse um veículo pelo local. O desastre será maior se ocorrer com um transporte coletivo.

O recado está dado. Que a SEMOSP não pague pra ver e evite uma tragédia anunciada. E depois não venha chorar pelo caldo derramado, fruto da incompetência que historicamente é peculiar desta pasta.

Aliás, se não for tão "dispendioso" para a prefeitura, que a obra se estendesse um pouco mais e chegasse a esses buracos que já se formam um pouco mais acima, na mesma via, como vemos nas imagens. Em breve eles também vão dar muita dor de cabeça e prejuízos aos condutores da Grande São Luis.

Os eleitores do Edivaldo Holanda Jr, irão agradecer.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

ALERTA: 60 ÁREAS DE SÃO LUIS PODEM DESABAR

Alerta geral da Defesa Civil dá conta da existência da existência de 60 áreas de riscos em São Luís com a chegadas das chuvas, identificadas nos mapeamentos realizados recentemente.

Os locais mapeados são aqueles mais suscetíveis a terem problemas por causa do período chuvoso que já começou e deve se intensificar nos próximos meses, podendo causar sérios prejuízos e drama para os moradores dessas regiões, a exemplo de anos passados.

As áreas de risco de alagamento e deslizamento estão localizadas em bairros como Salina do Sacavém, Coroadinho Vila Bacanga, Vila Isabel, Quinta dos Machado, Vila Embratel, Sá Viana, Itapera, Quebra Pote, Sacavém, Geniparana, Residencial José Reinaldo Tavares, Vila Lobão, Vila Ayrton Senna, Recanto Canaã, Vila Funil, entre outros. São mais de 600 famílias que moram nessas regiões.

No centro da cidade, também há áreas mapeadas pela Defesa Ci¬vil. Esses pontos localizam-se principalmente no Centro Histórico da capital maranhense por causa dos casarões antigos, tombados pelo patrimônio histórico, e que podem desabar em uma forte chuva que eventualmente atinja São Luís. O bairro Sá Viana, na área Itaqui-Bacanga, contém pontos que estão em situação de risco, conforme o levantamento feito pela Defesa Civil. Algumas regiões da comunidade ficam localizadas em áreas baixas e, como consequência, elas são facilmente inundadas pela chuva. Segundo o levantamento, há também residências situadas próximas a grandes barreiras que eventualmente podem desabar e soterrar as casas em uma forte chuva.

Após ter identificado o problema que coloca em risco a vida de muitos moradores da cidade, a Defesa Civil Municipal afirma que iniciará nos próximos dias o trabalho de monitoramento dessas regiões e que adotará regularmente medidas preventivas a fim de minimizar os impactos dos desastres que, por ventura, venham a acontecer por causa das chuvas.

Para a prefeitura de São Luís, é preciso prevenir para não sofrer as consequências.

MATARAM O CACHORRO, DEPOIS O DONO

Um homicídio foi registrado nesta quinta-feira (21/01) na região metropolitana de São Luis. Ocorreu no Residencial Nova Aurora, município de São José de Ribamar, e teve como vítima Feliphe Kaiury Sousa Carneiro, 18 anos de idade.

Segundo informações repassadas a polícia, o rapaz foi morto onde morava por elementos desconhecidos, que antes de executá-lo a arma de fogo, mataram o cachorro dele.

O crime ocorreu no período da tarde. Após ser atingido, a vítima ainda chegou a ser levada por populares até o Socorrinho do Cohatrac, onde foi jogado na porta do mesmo, já morto. A polícia já instaurou inquérito para investigar mais esse assassinato, que pode ter relação com o tráfico de drogas. Informações também dão conta que a vítima teria participação em assaltos e até num latrocínio.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

BANDIDO MORRE EM ACIDENTE DE TRABALHO E MAIS TRÊS HOMICÍDIOS REGISTRADOS NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO LUIS

São Luís registrou nesta quarta-feira (20/01) três homicídios dolosos, e um bandido morto em acidente de trabalho. Os crimes foram confirmados pelas entradas de corpos no Instituto Médico Legal.

O caso do meliante morto em acidente de trabalho aconteceu no bairro do Bequimão. Um bandido ainda não identificado foi morto por um policial no momento em que tentava assaltar uma Academia. Ele e mais dois comparsas invadiram o local, e quando anunciaram o assalto foram surpreendidos por um policial que lá se encontrava e deu ondem de prisão, mas militar foi respondido à bala. Na troca de tiros um dos assaltantes levou a pior. Ao ver o plano frustrado e o “parceiro” no chão, os outros dois vagabundos fugiram, usando um veículo HB20 de cor branca, provavelmente roubado, e que está sendo usado em vários assaltos na cidade.

Os homicídios tiveram como vítimas: José Ribamar Costa Silva, de 43 anos, assassinado a arma de fogo no bairro Arraial, região do Quebra Pote, na zona rural. A polícia já tem informação que o principal suspeito seria o elemento conhecido na área por Paly.

Também na zona rural, na comunidade Vila Cabral, o homem identificado como Francisco Cabral, de 30 anos, foi executado a tiros por dois elementos não identificados que estavam de bicicleta.

E na Vila Palmeira, bandidos em um carro mataram Joaci Aguiar Santos. Segundo informações, ele era pedreiro, não tinha envolvimento em crimes e morreu por engano, porém o crime foi caracterizado como latrocínio, uma vez que a vítima teve pertences levados pelos assassinos que já foram identificados pela polícia.

Com base nas estatísticas da Secretaria de Segurança Publica do Maranhão do relatório desta quinta-feira (21), já chega a 39 o número de homicídios dolosos, quatro mortes por latrocínio e a terceira morte de bandido em confronto com a polícia ocorridos na região metropolitana de São Luís, neste mês de janeiro.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

FERIADOS 2016: OS MELHORES DIAS PARA NEGOCIAR COM O PATRÃO

O governo federal publicou no Diário Oficial e o Brasil terá este ano ao menos treze feriados ou pontos facultativos. Se não bastasse, o Maranhão terá muito mais que isso. Em São Luís, por exemplo, em 18 datas "tudo" estará fechado em 2016 por conta de datas comemorativas. E mais: a maioria desses feriados, vai cair no meio da semana (quarta ou quinta), tirando o dia do trabalho e o natal que serão comemorados em dia de domingo. Senão vejamos:

Serão três feriado prolongados, além da Semana Santa, dia 08 de setembro (fundação de São Luís), que cai numa segunda-feira, e 28 de outubro, Dia do Servidor Público, que cai numa sexta-feira.

Agora, quem tá mesmo chiando barbaridade é a classe empresarial. Tanto feriado no meio da semana afeta drasticamente o setor econômico. Segundo levantamentos da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), as perdas da indústria de transformação brasileira, por exemplo, serão de R$ 54,6 bilhões, o que representa 3,7% do Produto Interno Bruto (PIB) industrial do país.

Se isso é péssimo ao empregador, o empregado agradece e já faz plano para cada dia. Aliás, como esses dias festivos cairão num meio de semana, negociar será o tom entre patrão e empregado. Ou vai antecipar para a segunda ou adiar para a sexta, pra emendar e fazer o tal feriadão ou final de semana prolongado.

Se bem que puxar pra sexta só vai dar mesmo para o servidor público, que já ama trabalhar, emenda tudo e vai pra galera. Para o setor privado, a negociação será mais delicada, mas para o barnabé, melhor na segunda, pois no caso do comércio, por exemplo, folgando na sexta, não escapará do sábado.

A propósito, no serviço público, se por acaso o governador ou prefeito derem o feriado da quinta, só o baixo clero vai trabalhar, os espetinhos afogam logo a sexta e só volta na segunda, com as desculpas mais esfarrapadas possíveis. É mais quem adoeceu, é parente que morreu. E tem aqueles que ainda chegam porre.

Enfim, se este fenômeno significa prejuízos ao setor econômico, para quem gosta dos feriados e pontos facultativos, 2016 é o ano quase perfeito. Resta agora planejar, que seja, uma viagem, uma visita a parentes e amigos, tomar todas sem limite, ou simplesmente ficar em casa de pernas pro ar. o importante é que faça bom proveito.



Confira como serão as datas consideradas de feriado ou ponto facultativo em São Luís:

8 de fevereiro (segunda-feira) - Carnaval (ponto facultativo);
9 de fevereiro (terça) - Carnaval (ponto facultativo);
10 de fevereiro - quarta-feira de Cinzas (ponto facultativo até as 14 horas);
25 de março (sexta) - Paixão de Cristo (feriado nacional) - fim de semana prolongado;
21 de abril (quinta)- Tiradentes (feriado nacional);
1º de maio (domingo) - Dia Mundial do Trabalho (feriado nacional);
26 de maio (quarta) - Corpus Christi (ponto facultativo);
29 de junho (quarta) - São Pedro (feriado em São Luís);
28 de julho (quinta) - Dia da Adesão do Maranhão à Independência (feriado estadual);
7 de setembro (quarta) - Independência do Brasil (feriado nacional);
8 de setembro (quinta) - Dia da Natividade de Nossa Senhora e Fundação de São Luís (feriado em São Luís) - segunda-feira, ou seja, fim de semana prolongado;
12 de outubro (quarta) - Nossa Senhora Aparecida (feriado nacional);
28 de outubro (sexta) - Dia do Servidor Público (ponto facultativo) - sexta-feira, ou seja, fim de semana prolongado;
2 de novembro (quarta) - Finados (feriado nacional);
15 de novembro (terça) - Proclamação da República (feriado nacional);
8 de dezembro (quinta) - Dia de Nossa Senhora da Conceição (feriado em São Luís)
25 de dezembro (domingo) - Natal (feriado nacional)

domingo, 15 de novembro de 2015

E AGORA GIL CUTRIM, VAI TAPAR OS BURACOS DA AVENIDA TANCREDO NEVES OU ESPERAR MORRER MAIS GENTE?

A situação caótica na infraestrutura da avenida Tancredo Neves na Maiobinha, uma das principais ligações entre a MA-201 e o bairro Cidade Operária fez uma vítima fatal na noite de sexta-feira (13/11).

Josenyrllen Ribamar Araújo Neves, de 34 anos, pai de família teve o pior destino da sua vida, causado pela incompetência da gestão de São José de Ribamar. Ao tentar desviar a moto que conduzia de um dos tantos buracos na via, ele desequilibrou, caiu e foi colhido violentamente por um ônibus que também fazia a travessia da estrada do perigo. A vítima que morreu no local deixou a mulher e uma criança de um ano de idade.

Não é de hoje que essa via que também dá acesso ao Hospital Clementino Moura, o Socorrão 2 é reclamada não só moradores da região, como por milhares de condutores que diariamente por ali transitam e são vitimas dos danos ocasionados pelas péssimas condições de trafegabilidade. Há anos eles imploram ao prefeito Gil Cutrim, seja através de manifestos no local, fechando a via ou pela imprensa. Por várias vezes nas minhas reportagens de rádio em 2013/2014, estive na região e os reclames foram sempre dramáticos. Os relatos de pessoas revoltadas também sempre vinham com o alerta de que uma tragédia poderia acontecer a qualquer momento por conta da buraqueira e o lamaçal que tomaram conta da Avenida.

E com a passar do tempo, os buracos viraram crateras, os riscos só aumentaram e os prejuízos também. Carros quebrados, pacientes dentro das ambulâncias até pedindo pelo amor de Deus pra sair do veículo quando passam por lá. Os moradores inalando o odor insuportável, e por ai vai... E os danos? Nenhum deles arcados pelo gestor de São José de Ribamar.

Na oportunidade, como resposta as minhas reportagens na rádio, a prefeitura amenizou que estaria com uma operação para recuperar a via, mas o que fizeram foi apenas passar um “cuspe” de asfalto que foi embora logo na primeira chuva. O problema e os reclames revoltosos continuaram, e o prefeito faz ouvido de mercador. Infelizmente essa tem sido a marca de uma gestão que tem se mostrado incompetente no setor da infraestrutura do município de São José de Ribamar.

E agora quem vai pagar pela vida de Josenyrllen Ribamar Araújo Neves? Aliás, vida de alguém é algo que dinheiro nenhum paga. Mas é preciso que alguém seja responsabilizado por essa tragédia com um pai de família que deixa uma viúva e uma criança órfã. E esse alguém é exatamente o gestor, que ao deixar de ouvir as vozes da rua, permitiu que desta vez, mais que carros quebrados (que os proprietários pagam os prejuízos), uma vida ceifada em uma das vias mais reclamadas da administração de São José de Ribamar e com tragédia anunciada, que nunca foi da a devida importância.

E agora Gil Cutrim, vai tapar os buracos, recuperar a Avenida Tancredo Neves ou esperar morrer mais gente?

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

QUEDA DE HOMICÍDIOS: AS ESTATÍSTICAS DA VIOLÊNCIA NA GRANDE SÃO LUIS AINDA DESFAVORECEM AS EXPECTATIVAS DO CIDADÃO MARANHENSE

Um saldo de 78 mortes violentas foi registrado durante todo o mês de outubro na região metropolitana de São Luis, que inclui além da capital, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa. As informações são baseadas nas estatísticas divulgadas pela Secretaria de Segurança Pública do Estado em seu site oficial.

Segundo os dados, levando em conta a tipificação dos crimes no período, foram 56 homicídios dolosos, ou seja aquele em que houve a intenção direta do criminoso em matar sua vítima; 05 casos de lesão corporal seguida de morte, quando a vítima ainda foi socorrida, mas morreu posteriormente; 05 latrocínios, que são os casos de roubo seguido de morte; e ainda 07 mortes de pessoas durante confrontos com a polícia e 06 mortes com causa a esclarecer. Neste último caso, ainda é aguardado o resultado das investigações da polícia judiciária, com relações aos fatos.

A grande maioria dos homicídios aconteceu na capital, num total de 59 assassinatos em São Luis. São José de Ribamar aparece com sete e Paço do Lumiar com seis crimes no total. O município de Raposa não aprece na lista.

No ranking dos bairros de São Luis mais violentos no mês de outubro, estão, em primeiro lugar o São Raimundo com quatro mortes; em segundo o Centro da cidade com três registros e empatados no terceiro lugar os bairros João de Deus, Liberdade, Coroadinho, Anjo da Guarda, Tibiri, Vila Palmeira, São Cristovão e Bairro de Fátima, cada um com duas mortes registradas.

No comparativo com os últimos dois meses, se percebe uma queda gradativa nos indicadores dos crimes violentos contra a vida na Grande São Luís. Em Agosto foram 90 casos e Setembro 81. No acumulado 12 ocorrências a menos no período.

Apesar de uma leve retração neste cenário, as estatísticas da violência na grande São Luís ainda desfavorecem as expectativas do cidadão maranhense, pois a violência rola à solta na cidade, a sociedade continua com sede de segurança e cobrando mais empenho das autoridades no combate a criminalidade, que parece, os últimos governos fizeram pouco caso disso ao deixar de investir no setor na proporção mínima da demanda. Com a inércia do poder público, o Estado ficou refém de bandidos que agem nos mais diversos setores da criminalidade, entre eles o tráfico de drogas; passaram a ditar as regras, enquanto a população impotente apenas assiste os danos diários, frutos do descaso, seja pelos meios de comunicação ou ao vivo, e paga caro por isso.

O novo governo do Maranhão, em sua primeira tomada de decisão neste sentido chamou novos soldados para os quadros da Polícia Militar, que infelizmente ainda somos o Estado que apresenta a pior taxa do país de policiais militares por habitantes: um PM para cada 881 habitantes, quando a média aceitável é de um agente para cada 473. Sem dúvida este é um dos itens do legado vergonhoso deixado pelos antigos mandatários e que precisa urgentemente ser superado. O curioso é que o chamado emergencial do governador Flávio Dino, logo que assumiu, foi exatamente para os concursados do governo Roseana que enganados, talvez nunca seriam convocados por ela ou por sucessores do grupo caso tivessem ganho a eleição.

Ainda é tímida, mas a população tem tido a sensação de que os agentes de segurança estão com mais frequência nos bairros, nas ruas e demais logradouros públicos. Isso não é tudo, é bem verdade. A prova está nos índices alarmantes de assaltos a ônibus (92 só no mês de outubro, segundo o sindicato dos Rodoviários), a carros e motos ou mesmo os constantes ataques de assaltantes a transeuntes em diversos pontos da cidade. E ainda com a inclusão de novos militares nos quadros da PM, o deficit ainda vai continuar e a solução ainda não será certa. Cabendo ainda ao governo se valer de outros mecanismos como uma maior valorização destes profissionais.

Rezando para não ser a próxima vítima, a população deve sim, ter um pouco mais de paciência porque mudança não acontece de um dia para outro, embora seja esta a expectativa natural de todos em nossos dias. Isso porém, não quer dizer que o governo por sua vez queira alimentar o povo com um eterno pedido de tolerância, enquanto insiste na velha retórica da herança maldita, embora ela de fato exista.

Na prática é preciso que o governo do Flávio Dino caia em campo e faça diferente do que era praticado pela ex-governadora Roseana Sarney, que claramente, iludia a população com medidas fantasiosas eleitoreiras, ou sempre após algum fato de comoção nacional e até internacional para gerenciar crise, e depois tudo continuava na mesma. Agora é preciso ações efetivas que garantam ao cidadão da grande São Luís e do Estado do Maranhão (refém da violência descontrolada) o direito mínimo a segurança que por muito tempo lhe foi negado.