Uma queda bastante significativa no índice de crimes contra a vida foi o que se viu no mês de julho na região metropolitana de São Luis. É o que mostram as estatísticas extraídas do relatório geral de mortes violentas da Secretaria de Segurança Pública do Estado.
Apesar do aumento no número de latrocínios em relação a junho, o número de homicídios caiu no período de 76 para 60, uma diferença de 11 mortes a menos. O resultado pode não parecer animador, em se tratando de um espaço territorial tão pequeno como a Upaon-Açu, porém pode ser um começo para os avanços prometidos pelo novo governo do Estado, ao menos é o que se espera: mais investimento e mais ação do aparelho de segurança no combate a violência que nos últimos anos tem se elevado e preocupado toda a nossa sociedade. Mas vamos aos dados estatísticos do mês de julho, fazendo-se um breve comparativo com o mês de junho.
Foram no total 60 homicídios, sendo 45 dolosos (20 a menos que junho); cinco latrocínios (um a mais que no mês anterior); cinco lesões corporais seguido de morte (dois a mais). A polícia também não precisou acertar tanta gente em confronto com os bandidos. Foram três mortes por intervenção policial (uma diferença de cinco a menos em relação ao mês anterior), enquanto casos de morte a esclarecer subiu de um para dois.
Os bairros violentos
Houve também uma retração dos crimes nos bairros que vinham sendo os mais violentos. Desta vez a Cidade Operária que teve o maior número registro de três mortes. No mês anterior o Coroadinho que ficou no topo do ranking com 10 assassinatos, assassinatos, desta vez respirou com apenas um registro. Houve queda também na mortandade entre os jovens na faixa-etária de 16 a 18 anos.
No mês de julho 33 bairros de São Luís foram afetados, sendo que apenas 8 tiveram mais de uma morte, conforme os dados abaixo:
Cidade Operária foi o líder com 03 mortes;
Vila Nova, Anjo da Guarda, Monte Castelo, Bairro de Fátima, Maranhão Novo, Vila Itamar e São Cristóvão ficaram empatados no derramamento de sangue, com dois casos cada.
Os demais bairros da capital atingidos pela violência, cada um com uma morte são: Cohab Anil III, Vila Brasil, Residencial Tiradentes, Residencial Canudos, Cidade Olímpica, Jardim São Cristóvão, Vila Cabral, Alemanha, Barreto, Jaracaty, Pão de Açúcar, Recanto Verde, Centro, Pirapora, Sacavém, Estiva, Vila Mauro Fecury, Areinha, Turu, Aurora, Vila Operária, Vila Embratel, Vila Conceição, Coroadinho e Maracanã.
Violência na Ilha
Em relação aos quatro municípios da Grande São Luís, Raposa sem registros se salvou, e o cenário ficou da seguinte forma:
São Luís 40 mortes
São José de Ribamar 15
Paço do Lumiar 5
Gênero
57 dos mortos eram homens, três mulheres, sendo que destas, duas eram crianças, uma bebê de oito meses covardemente assassinada na Vila Kiola e a outra tinha três aninhos executada por traficantes no bairro da Alemanha.
Armas
As armas usadas nas execuções foi em sua maioria de fogo com 46 dos casos, seguido por arma branca em 8 casos e quatro pessoas foram mortas por outros objetos, como por exemplo em situação de linchamento.
Dias mais violentos
Os período mais violentos de julho foi compreendido entre 13 e 18 (segunda a sábado), nessa semana também teve os dias mais sangrentos do mês: 13, 17 e 18, cada um com 04 mortes.
Faixa-etária
Curiosidade: enquanto no mês de junho, na escala dos 16 aos 36 só não houve registro de morte nas casas dos 23 e 36 anos, no mês de julho não foram atingidas pela violência as faixas dos 24, 34 e 35 anos.
08 meses = 01
01 ano = 01
14 anos = 01
15 anos = 01
16 anos = 04 (mês passado foram 05)
17 anos = 03 (mês passado foram 08)
18 anos = 01 (mês passado foram 07)
19 anos = 05 (mês passado foi 01)
20 anos = 02 (mês passado foram 04)
21 anos = 02 (mês passado foram 04)
22 anos = 01 (mês passado foram 02
23 anos = 01 (mês passado foi zero)
24 anos = 00 (mês passado foram 04)
25 anos = 02 (mês passado foram 05)
26 anos = 03 (mês passado foram 03)
27 anos = 04 (mês passado foram 02)
28 anos = 01 (mês passado foram 03)
29 anos = 01 (mês passado foram 02)
30 anos = 01 (mês passado foram 04)
31 anos = 01 (mês passado foram 02)
32 anos = 01 (igual)
33 anos = 01 (mês passado foram 02)
34 anos = 00 (mês passado foram 03)
35 anos = 00 (mês passado foram 01)
36 anos = 01
37 anos = 01
38 anos = 01
40 anos = 01
41 anos = 01
42 anos = 01
43 anos = 01
45 anos = 02
46 anos = 02
50 anos = 01
55 anos = 01
60 anos = 01
81 anos = 01
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
terça-feira, 4 de agosto de 2015
IMPUNIDADE: EX-PREFEITO DE VIANA É CONDENADO A PRISÃO POR CRIME CONTRA O ERÁRIO PÚBLICO, MAS VAI CUMPRIR BEM LONGE DA CADEIA
O ex-prefeito de Viana, Rivalmar Luis Gonçalves Moraes, conhecido por Rilva Luis ta rindo atoa. O motivo é simples: ele foi condenado pela 3ª Câmara Criminal do TJMA à pena de três anos e seis meses de prisão por praticar crime contra o erário público quando foi gestor do município, de acordo com o processo n° 27673/2015, mas vai cumprir a penalidade bem longe da cadeia.
A decisão do judiciário atende pedido do Ministério Público do Maranhão. O mesmo pedido já havia sido rejeitado pelo juizado do próprio município, que não encontrou nada de errado no que ele fez.
E o que ele fez??? Rilva Luis é acusado pelo órgão, de irregularidades, entre elas, não ter realizado procedimentos licitatórios referentes, por exemplo, a despesas com aquisição de combustíveis, móveis, equipamentos e material de expediente, quanto à tomada de contas anuais do Fundo de Assistência Social (FMAS) relativa ao exercício financeiro de 2007.
De acordo com a acusação do Ministério Público, os gastos com os materiais teriam somado mais de R$ 50 mil, vindos de recursos repassados pelo Governo Federal.
A defesa do ex-prefeito alegou que ele teria sim obedecido aos procedimentos, dentro da Lei de Licitações, que foram inclusive aprovados pela Câmara do Município. Os argumentos da defesa, porém foram rejeitados pelo relator do processo, desembargador Joaquim Figueiredo. O magistrado observou que mesmo sendo aprovadas pela Câmara, as contas do ex-gestor foram desaprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado. Além disso, o ex-prefeito de Viana teria praticado o mesmo crime por várias vezes, em outras situações, ações estas que representaram prejuízos aos cofres do município.
Apesar da condenação, Rilva Luis foi beneficiado pela lei. Por ser réu primário e ter "bons antecedentes", a pena dele foi substituída por prestação de serviços à comunidade.
Quer dizer, a impunidade sempre fala mais alto em se tratando de gestores públicos neste país, que fazem por exemplo, de uma gestão municipal o quintal de sua casa e dos recursos públicos a extensão de seus bens pessoais. E ao final de uma investigação conclusiva de sua culpabilidade, são agraciados pelas benesses da lei. É a certeza da impunidade que os faz continuar metendo a mão no jarro sem pudor e sem temor. Lamentável!Lamentável!Lamentável!
A decisão do judiciário atende pedido do Ministério Público do Maranhão. O mesmo pedido já havia sido rejeitado pelo juizado do próprio município, que não encontrou nada de errado no que ele fez.
E o que ele fez??? Rilva Luis é acusado pelo órgão, de irregularidades, entre elas, não ter realizado procedimentos licitatórios referentes, por exemplo, a despesas com aquisição de combustíveis, móveis, equipamentos e material de expediente, quanto à tomada de contas anuais do Fundo de Assistência Social (FMAS) relativa ao exercício financeiro de 2007.
De acordo com a acusação do Ministério Público, os gastos com os materiais teriam somado mais de R$ 50 mil, vindos de recursos repassados pelo Governo Federal.
A defesa do ex-prefeito alegou que ele teria sim obedecido aos procedimentos, dentro da Lei de Licitações, que foram inclusive aprovados pela Câmara do Município. Os argumentos da defesa, porém foram rejeitados pelo relator do processo, desembargador Joaquim Figueiredo. O magistrado observou que mesmo sendo aprovadas pela Câmara, as contas do ex-gestor foram desaprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado. Além disso, o ex-prefeito de Viana teria praticado o mesmo crime por várias vezes, em outras situações, ações estas que representaram prejuízos aos cofres do município.
Apesar da condenação, Rilva Luis foi beneficiado pela lei. Por ser réu primário e ter "bons antecedentes", a pena dele foi substituída por prestação de serviços à comunidade.
Quer dizer, a impunidade sempre fala mais alto em se tratando de gestores públicos neste país, que fazem por exemplo, de uma gestão municipal o quintal de sua casa e dos recursos públicos a extensão de seus bens pessoais. E ao final de uma investigação conclusiva de sua culpabilidade, são agraciados pelas benesses da lei. É a certeza da impunidade que os faz continuar metendo a mão no jarro sem pudor e sem temor. Lamentável!Lamentável!Lamentável!
quinta-feira, 30 de julho de 2015
O QUE TEM A VER PAPAI NOEL, PIZZA E A CPI DA SAÚDE DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO MARANHÃO?
Os deputados governistas do Maranhão tentam a todo custo emplacar uma CPI na Assembléia Legislativa para investigar supostas irregularidades na Secretaria de Saúde, ocorridas no período de abril de 2009 a dezembro de 2014, na gestão de Roseana Sarney. De acordo com os levantamentos do atual governo, houve um verdadeiro saque (roubo, no popular) nos recursos da saúde, com superfaturamento em contratações; pagamento por obras inexistentes, fraudes e dispensas indevidas de licitação em vários procedimentos; desvio de finalidade de recursos e de equipamentos públicos, e por ai vai.
Até ai, tudo bem. Que seja instalada a CPI da saúde, que mostrem a caixa preta do que foi toda essa roubalheira na saúde do estado, e principalmente que sejam punidos os responsáveis, no mínimo com a devolução do dinheiro garfado, já que a cadeia dificilmente os verá. Agora, cá pra nós... Alguém acredita em papai noel? Sim, minha filha de 5 aninhos. Mas só lembra no período de natal, época de pura fantasia. E por falar em data, que tal falarmos do dia da pizza? A data foi comemorada mais recente, dia 10 de julho.
O que tem a ver Papai Noel, pizza e CPI da Saúde da Assembléia Legislativa do Maranhão? Tudo. Senão vejamos.
Os 29 deputadas que assinaram a CPI, em sua maioria roseanistas, são os mesmos que ainda podem estar alimentando a esperança de um possível retorno do grupo Sarney ao domínio do Maranhão (e se o Dino não se cuidar, fatalmente ocorrerá). O "rei" Ricardo Murad, ex-mandatário da referida pasta e principal peixe desejado nessa pesca, canta de galo porque tem a certeza que poderá contar com seus parceiros, os mesmos que se debandaram da tia para o novo governo. Deles é esperado pelo "rei", irrestrito apoio no momento que mais precisar, ou seja, se a CPI vigorar e o "rei" for fisgado, será deles a incumbência de blefar no jogo e garantir-lhe a impunidade.
Outro ponto. Além da CPI do crime organizado de 1999, que colocou atrás das grades peixes relativamente graúdos, já se viu de alguma outra dessas CPIs resultados conclusivos? Nem a CPI de Combate à Pedofilia, encabeçada pela deputada Eliziane Gama foi aquilo que se esperava. Muita gente grande apontada em crimes contra a infância e a adolescência, sequer foi ouvida pela comissão. Passaram a mão na cabeça deles e apenas alguns pequenos peixes ficaram na malha.
A bem da verdade, em geral as CPIs tem funcionado como uma espécie de lobby, onde os parlamentares, para pressionar o governo ou mesmo se mostrarem dispostos a ajudá-lo, abraçam uma causa, mas tudo visando seus próprios interesses, o conhecido toma-lá-dá-cá. Enquanto eles saem bem na foto, a sociedade apenas assiste. As vezes dá certo, tanto que boa parte dessa sociedade é convencida de sua pseuda postura e os reelegem para mais um mandato. Aliás, CPI neste país tem se tornado um grande negócio no mundo da política, um bom investimento para a imagem de quem pretende grandes vôos mais altos neste lucrativo comércio.
E ai eu volto com a teoria inicial, do papai noel, o "bom velhinho", as CPIs e a pizza.
Acreditar em papai noel é sinônimo de pura ingenuidade. A pizza, massa da culinária italiana apreciada no mundo todo, aqui no Brasil tornou-se sinônimo de impunidade, especialmente na política, marcada pela célebre frase "tudo acaba em pizza", baseado na história que nasce em São Paulo no século XX, quando jogadores de dois times, após suas brigas em campo durante as partidas de futebol, se reuniam em uma pizzaria para acalmar os ânimos. Da mesma forma, em uma robusta rodada de pizza é o que os mais otimistas apostam que acabe a CPI da saúde que já começou errada, num recesso parlamentar, portanto de férias.
Se por um lado o assunto em questão é alardeado como a caçada implacável contra os ladrões do dinheiro que deveria ter sido investido na saúde pública do Maranhão, em benefício de um povo miserável que morre à míngua com a falta dela, por outro, o tema poderá ser apenas aproveitado por alguns deputados como poder de barganha junto ao executivo, ou por outros, como oportunidade de um boa postagem em blogs e jornais como aquele que lutou para passar a saúde do Maranhão a limpo. Quanto ao "rei", como recompensa, terá o direito de abiscoitar alguns votos de alienados numa disputa eleitoral para a prefeitura de São Luís.
E assim, neste cenário que contrasta mito e realidade, tudo acaba em negócio: o papai noel, oportunidade para vender; pizza, oportunidade para "comer" e a CPI oportunidade para alcançar benesses do poder.
Apostem suas fichas. Se a CPI da saúde der certo, o rodízio ficará por nossa conta.
Até ai, tudo bem. Que seja instalada a CPI da saúde, que mostrem a caixa preta do que foi toda essa roubalheira na saúde do estado, e principalmente que sejam punidos os responsáveis, no mínimo com a devolução do dinheiro garfado, já que a cadeia dificilmente os verá. Agora, cá pra nós... Alguém acredita em papai noel? Sim, minha filha de 5 aninhos. Mas só lembra no período de natal, época de pura fantasia. E por falar em data, que tal falarmos do dia da pizza? A data foi comemorada mais recente, dia 10 de julho.
O que tem a ver Papai Noel, pizza e CPI da Saúde da Assembléia Legislativa do Maranhão? Tudo. Senão vejamos.
Os 29 deputadas que assinaram a CPI, em sua maioria roseanistas, são os mesmos que ainda podem estar alimentando a esperança de um possível retorno do grupo Sarney ao domínio do Maranhão (e se o Dino não se cuidar, fatalmente ocorrerá). O "rei" Ricardo Murad, ex-mandatário da referida pasta e principal peixe desejado nessa pesca, canta de galo porque tem a certeza que poderá contar com seus parceiros, os mesmos que se debandaram da tia para o novo governo. Deles é esperado pelo "rei", irrestrito apoio no momento que mais precisar, ou seja, se a CPI vigorar e o "rei" for fisgado, será deles a incumbência de blefar no jogo e garantir-lhe a impunidade.
Outro ponto. Além da CPI do crime organizado de 1999, que colocou atrás das grades peixes relativamente graúdos, já se viu de alguma outra dessas CPIs resultados conclusivos? Nem a CPI de Combate à Pedofilia, encabeçada pela deputada Eliziane Gama foi aquilo que se esperava. Muita gente grande apontada em crimes contra a infância e a adolescência, sequer foi ouvida pela comissão. Passaram a mão na cabeça deles e apenas alguns pequenos peixes ficaram na malha.
A bem da verdade, em geral as CPIs tem funcionado como uma espécie de lobby, onde os parlamentares, para pressionar o governo ou mesmo se mostrarem dispostos a ajudá-lo, abraçam uma causa, mas tudo visando seus próprios interesses, o conhecido toma-lá-dá-cá. Enquanto eles saem bem na foto, a sociedade apenas assiste. As vezes dá certo, tanto que boa parte dessa sociedade é convencida de sua pseuda postura e os reelegem para mais um mandato. Aliás, CPI neste país tem se tornado um grande negócio no mundo da política, um bom investimento para a imagem de quem pretende grandes vôos mais altos neste lucrativo comércio.
E ai eu volto com a teoria inicial, do papai noel, o "bom velhinho", as CPIs e a pizza.
Acreditar em papai noel é sinônimo de pura ingenuidade. A pizza, massa da culinária italiana apreciada no mundo todo, aqui no Brasil tornou-se sinônimo de impunidade, especialmente na política, marcada pela célebre frase "tudo acaba em pizza", baseado na história que nasce em São Paulo no século XX, quando jogadores de dois times, após suas brigas em campo durante as partidas de futebol, se reuniam em uma pizzaria para acalmar os ânimos. Da mesma forma, em uma robusta rodada de pizza é o que os mais otimistas apostam que acabe a CPI da saúde que já começou errada, num recesso parlamentar, portanto de férias.
Se por um lado o assunto em questão é alardeado como a caçada implacável contra os ladrões do dinheiro que deveria ter sido investido na saúde pública do Maranhão, em benefício de um povo miserável que morre à míngua com a falta dela, por outro, o tema poderá ser apenas aproveitado por alguns deputados como poder de barganha junto ao executivo, ou por outros, como oportunidade de um boa postagem em blogs e jornais como aquele que lutou para passar a saúde do Maranhão a limpo. Quanto ao "rei", como recompensa, terá o direito de abiscoitar alguns votos de alienados numa disputa eleitoral para a prefeitura de São Luís.
E assim, neste cenário que contrasta mito e realidade, tudo acaba em negócio: o papai noel, oportunidade para vender; pizza, oportunidade para "comer" e a CPI oportunidade para alcançar benesses do poder.
Apostem suas fichas. Se a CPI da saúde der certo, o rodízio ficará por nossa conta.
sábado, 25 de julho de 2015
CAOS NA CIDADE OPERÁRIA: CRIANÇA É ENGOLIDA POR BURACO NA CALÇADA DE ESCOLA MODELO EM TEMPO INTEGRAL DO MUNICÍPIO NA RUA 14D
Isto que você vê é um buraco de aproximadamente 2 metros de profundidade que fica em cima da calçada lateral da escola UEB Recanto dos Pássaros, na rua 14D, unidade 105, Cidade Operária, que também é caminho percorrido diariamente por crianças menores de 5 anos que estudam na referida unidade escolar. Trata-se de uma enorme galeria exposta há tempo, formando dois fossos que representam riscos constantes, inclusive com registros de acidentes com os pequenos.
Um deles, uma mãe de aluno da UEB que preferiu não revelar o nome, me relatou que a filhinha dela de 4 anos de idade foi recentemente engolida por uma dessas valas.
"Eu vinha passando pelos buracos na frente e minha filha um pouco mais atrás, quando eu ouvi foi os gritos dela. Nessa hora percebi que o grito tava longe, foi que eu olhei pra trás, minha filha tava dentro do buraco. Pra sorte dela foi nesse mais raso, mas eu sei que outras crianças já se acidentaram aqui. Isso aqui é um risco pra elas que passam todo dia pra ir a escola", denuncia a mulher.
Mas na rua 14D o problema é de cabo a rabo e já faz muito tempo que os moradores convivem com o descaso. Um pouco acima, após a escola "Modelo de Tempo Integral" da atual gestão, por exemplo, outro buraco profundo virou um pesadelo aos moradores. Há quase 10 anos que o problema se estende. E nesse entra e sai de prefeitos, se já houve alguma solução paliativa foi feita por eles próprios, que por várias vezes se reuniram para tapar o buraco com concreto. Acontece que como não é feito da forma correta, acaba se rompendo em pouco tempo. Agora o trecho está interditado para carros e eles estão revoltados.
Conversei com a professora Nazaré, que me apresentou sua neta de 14 anos de idade e me contou a curiosa relação dessa garota com o buraco histórico.
"Esta minha neta tinha 5 anos, quando o pai dela, numa brincadeira que virou um protesto contra o problema, tirou uma foto dela dentro do buraco. Hoje ela tem 14 anos e nunca tivemos resposta da prefeitura", relata.
Ainda de acordo com a professora Nazaré, os moradores já se cansaram de fazer o que deveria ser feito pela prefeitura. Em mais um ato de protesto, diante do descaso, agora decidiram não mais recuperar a via, como faziam rotineiramente para que ela permanecesse trafegável.
"Não vamos mais gastar nosso dinheiro com isso aqui porque não adianta. Eles não fazem mesmo. Agora vai ficar ai cortada", diz. A professora acrescenta ainda que já denunciaram na imprensa, mostrando o caso na televisão, mas que nunca foi o suficiente para sensibilizar a administração.
Recentemente a prefeitura de São Luís, em parceria com o governo do Estado lançou o programa "Mais Asfalto" na Cidade Operária para recuperar ruas e avenidas. Os moradores porém, estão temerosos que mais uma vez a rua 14D fique de fora dos planos de recuperação asfáltica.
O certo é que o problema é grave, afeta não só os moradores, mas transeuntes, condutores e principalmente as crianças que por ali transitam e são as maiores vítimas do descaso da gestão municipal.
Agora cá pra nós e que o prefeito Edivaldo não saiba de nada. Com todos esses problemas, uma profunda galeria exposta na calçada do colégio modelo de tempo integral do prefeito, colocando em risco até a própria vida dessas crianças indefesas, será se vai ser preciso mesmo acontecer uma desgraça para que a prefeitura tome as providências? Na rua 14D, até quando eles vão ter que conviver com esse descaso?
Um deles, uma mãe de aluno da UEB que preferiu não revelar o nome, me relatou que a filhinha dela de 4 anos de idade foi recentemente engolida por uma dessas valas.
"Eu vinha passando pelos buracos na frente e minha filha um pouco mais atrás, quando eu ouvi foi os gritos dela. Nessa hora percebi que o grito tava longe, foi que eu olhei pra trás, minha filha tava dentro do buraco. Pra sorte dela foi nesse mais raso, mas eu sei que outras crianças já se acidentaram aqui. Isso aqui é um risco pra elas que passam todo dia pra ir a escola", denuncia a mulher.
Mas na rua 14D o problema é de cabo a rabo e já faz muito tempo que os moradores convivem com o descaso. Um pouco acima, após a escola "Modelo de Tempo Integral" da atual gestão, por exemplo, outro buraco profundo virou um pesadelo aos moradores. Há quase 10 anos que o problema se estende. E nesse entra e sai de prefeitos, se já houve alguma solução paliativa foi feita por eles próprios, que por várias vezes se reuniram para tapar o buraco com concreto. Acontece que como não é feito da forma correta, acaba se rompendo em pouco tempo. Agora o trecho está interditado para carros e eles estão revoltados.
Conversei com a professora Nazaré, que me apresentou sua neta de 14 anos de idade e me contou a curiosa relação dessa garota com o buraco histórico.
"Esta minha neta tinha 5 anos, quando o pai dela, numa brincadeira que virou um protesto contra o problema, tirou uma foto dela dentro do buraco. Hoje ela tem 14 anos e nunca tivemos resposta da prefeitura", relata.
Ainda de acordo com a professora Nazaré, os moradores já se cansaram de fazer o que deveria ser feito pela prefeitura. Em mais um ato de protesto, diante do descaso, agora decidiram não mais recuperar a via, como faziam rotineiramente para que ela permanecesse trafegável.
"Não vamos mais gastar nosso dinheiro com isso aqui porque não adianta. Eles não fazem mesmo. Agora vai ficar ai cortada", diz. A professora acrescenta ainda que já denunciaram na imprensa, mostrando o caso na televisão, mas que nunca foi o suficiente para sensibilizar a administração.
Recentemente a prefeitura de São Luís, em parceria com o governo do Estado lançou o programa "Mais Asfalto" na Cidade Operária para recuperar ruas e avenidas. Os moradores porém, estão temerosos que mais uma vez a rua 14D fique de fora dos planos de recuperação asfáltica.
O certo é que o problema é grave, afeta não só os moradores, mas transeuntes, condutores e principalmente as crianças que por ali transitam e são as maiores vítimas do descaso da gestão municipal.
Agora cá pra nós e que o prefeito Edivaldo não saiba de nada. Com todos esses problemas, uma profunda galeria exposta na calçada do colégio modelo de tempo integral do prefeito, colocando em risco até a própria vida dessas crianças indefesas, será se vai ser preciso mesmo acontecer uma desgraça para que a prefeitura tome as providências? Na rua 14D, até quando eles vão ter que conviver com esse descaso?
quarta-feira, 8 de julho de 2015
ELES SÓ QUEREM O DIREITO DE FUMAR UM BASEADO E TRANSAR LIVREMENTE NO CAMPUS DA UFMA
Os protestos de um grupo de alunos da Universidade Federal do Maranhão pela manutenção de práticas nada condizentes com um ambiente onde deveria ser o berço dos bons princípios e do respeito a individualidade, traz à tona uma discussão sobre os limites dentro de campi universitários, naturalmente marcados pelos exageros da estupidez humana. Na luta por liberdade, numa atitude meramente infantil, os universiotários chegaram a desfilar com roupa de banho e até invadir a reitoria. O motivo desse tosco manifesto é que, a babilônia instalada dentro da UFMA levou membros do Conselho Universitário a editar um regimento rigoroso com direitos e deveres dos alunos e, ainda, trata de proibições e responsabilidades. O texto que foi apresentado recentemente pela reitoria e poderá entrar em vigor em breve foi a gota d'água.
Os pontos que têm causado mais polêmica, e por isso mesmo irritado os rebeldes, são os que tratam da conduta dos discentes dentro do campus, como por exemplo, o que obriga o aluno a "portar-se sempre de acordo com princípios da ética e da moral". O regimento é bem claro, pasmem os senhores, proíbe ainda os alunos de "manter relações sexuais, praticar ou promover atos libidinosos que atentem contra a moral e os bons costumes no âmbito da instituição" e até o uso de entorpecentes no local. O descumprimento das determinações contidas no regimento prevê a aplicação de sanções disciplinares, que podem ir de advertência escrita à expulsão.
Eu disse pasmem, porque acho que algo está errado. O mundo está girando no sentido anti-horário. Quer dizer, hoje você passar no vestibular da Universidade Federal do Maranhão significa que estará entrando para um antro de orgias? Uma escola das coisas ilícitas? Afinal, isso é um ambiente onde vamos ampliar o nosso conhecimento, aprimorar nossa educação, ou na verdade é onde iremos aprender a usar drogas, fazer sexo sem pudor? Um aprendizado para sermos imbecis?
Ahhhh, mas o que eles querem mesmo é só o direito de fumar um baseado e transar livremente no campus sem serem incomodados por ninguém, e que todos, independentemente de quem quer que seja, vejam isso como a coisa mais normal, afinal, estamos em pleno século XXI, tempos modernos, cabeças excessivamente abertas, onde até a figura Cristo (adorada e cultuada com respeito) passa a ser ridicularizada exatamente por pessoas que tanto pregam o respeito a tal diversidade de sexual. Liberdade para as velhas práticas que corrompem os bons costumes. Sabe-se, por exemplo, que ali chegam jovens inocentes que saem indecentes e mal educados. Incautos que são influenciado por velhos "jubilandos", "instrutores" dos maus costumes, estes os maiores defensores de manutenção dessa tal liberdade.
O que acontece é que estão invertendo a ordem dos fatores, confundindo liberdade com libertinagem. Esquecem que um campus universitários, é de fato uma república onde se tem direitos e deveres, e entre esses deveres respeitar aqueles que não comungam das nossas atitudes, muitas vezes até mesmo insanas e irresponsáveis. E é bem aqui que, embora tardiamente, chegou o dia de se por um controle nessa desordem em nome da moral que deve nortear aqueles um dia sairão dali para ser exemplo a uma nova geração. E é esse o modelo que serão?
A atitude desses meninos mostra o nível do que nós temos nos bancos das nossas universidades, daqueles que se projetam a dirigir esse país. Querem chamar a atenção? Querem muda o mundo? Porque não procuram uma causa social pra lutar por elas? Elas estão por ai por todos os cantos. Mas parece que é preferível ser ignorantes e arrogantes, do tipo que só servirá para ser massa de manobra e bucha de canhão. Quer dizer, se sobra vontade pra chamar a atenção, falta-lhes maturidade o suficiente para viver em sociedade. Crescem fisicamente, mas não intelectualmente, e se intelecto, certamente é de trogloditas.
Independentemente da complexidade do teor do regimento que passa a ser adotado na UFMA, essas medidas que ainda não sejam definitivas, são extremamente oportunas em nome da moralização de um ambiente onde a base deve ser o respeito. Chega de rotularem os campi universitários de escolas de maconheiros e pré-prostíbulos. Onde o pseudo respeito está no próprio umbigo dos insanos que por ali passam, e se eternizam estudantes apenas para se beneficiar das vantagens de universitários. E quem quiser fumar sua maconha, vai fumar no quintal de sua casa, de preferência na frente de seus pais. Se quiserem transar vão procurar motel ou lugares destinados a prática de sexo livre ou mesmo procurar mato pra morar junto aos animais irracionais.
Meninos, meninas, parafraseando Renato Russo: O que vocês vão ser quando vocês crescerem?
E Viva a liberdade, não a libertinagem. E viva, principalmente o respeito.
Os pontos que têm causado mais polêmica, e por isso mesmo irritado os rebeldes, são os que tratam da conduta dos discentes dentro do campus, como por exemplo, o que obriga o aluno a "portar-se sempre de acordo com princípios da ética e da moral". O regimento é bem claro, pasmem os senhores, proíbe ainda os alunos de "manter relações sexuais, praticar ou promover atos libidinosos que atentem contra a moral e os bons costumes no âmbito da instituição" e até o uso de entorpecentes no local. O descumprimento das determinações contidas no regimento prevê a aplicação de sanções disciplinares, que podem ir de advertência escrita à expulsão.
Eu disse pasmem, porque acho que algo está errado. O mundo está girando no sentido anti-horário. Quer dizer, hoje você passar no vestibular da Universidade Federal do Maranhão significa que estará entrando para um antro de orgias? Uma escola das coisas ilícitas? Afinal, isso é um ambiente onde vamos ampliar o nosso conhecimento, aprimorar nossa educação, ou na verdade é onde iremos aprender a usar drogas, fazer sexo sem pudor? Um aprendizado para sermos imbecis?
Ahhhh, mas o que eles querem mesmo é só o direito de fumar um baseado e transar livremente no campus sem serem incomodados por ninguém, e que todos, independentemente de quem quer que seja, vejam isso como a coisa mais normal, afinal, estamos em pleno século XXI, tempos modernos, cabeças excessivamente abertas, onde até a figura Cristo (adorada e cultuada com respeito) passa a ser ridicularizada exatamente por pessoas que tanto pregam o respeito a tal diversidade de sexual. Liberdade para as velhas práticas que corrompem os bons costumes. Sabe-se, por exemplo, que ali chegam jovens inocentes que saem indecentes e mal educados. Incautos que são influenciado por velhos "jubilandos", "instrutores" dos maus costumes, estes os maiores defensores de manutenção dessa tal liberdade.
O que acontece é que estão invertendo a ordem dos fatores, confundindo liberdade com libertinagem. Esquecem que um campus universitários, é de fato uma república onde se tem direitos e deveres, e entre esses deveres respeitar aqueles que não comungam das nossas atitudes, muitas vezes até mesmo insanas e irresponsáveis. E é bem aqui que, embora tardiamente, chegou o dia de se por um controle nessa desordem em nome da moral que deve nortear aqueles um dia sairão dali para ser exemplo a uma nova geração. E é esse o modelo que serão?
A atitude desses meninos mostra o nível do que nós temos nos bancos das nossas universidades, daqueles que se projetam a dirigir esse país. Querem chamar a atenção? Querem muda o mundo? Porque não procuram uma causa social pra lutar por elas? Elas estão por ai por todos os cantos. Mas parece que é preferível ser ignorantes e arrogantes, do tipo que só servirá para ser massa de manobra e bucha de canhão. Quer dizer, se sobra vontade pra chamar a atenção, falta-lhes maturidade o suficiente para viver em sociedade. Crescem fisicamente, mas não intelectualmente, e se intelecto, certamente é de trogloditas.
Independentemente da complexidade do teor do regimento que passa a ser adotado na UFMA, essas medidas que ainda não sejam definitivas, são extremamente oportunas em nome da moralização de um ambiente onde a base deve ser o respeito. Chega de rotularem os campi universitários de escolas de maconheiros e pré-prostíbulos. Onde o pseudo respeito está no próprio umbigo dos insanos que por ali passam, e se eternizam estudantes apenas para se beneficiar das vantagens de universitários. E quem quiser fumar sua maconha, vai fumar no quintal de sua casa, de preferência na frente de seus pais. Se quiserem transar vão procurar motel ou lugares destinados a prática de sexo livre ou mesmo procurar mato pra morar junto aos animais irracionais.
Meninos, meninas, parafraseando Renato Russo: O que vocês vão ser quando vocês crescerem?
E Viva a liberdade, não a libertinagem. E viva, principalmente o respeito.
segunda-feira, 6 de julho de 2015
COROADINHO, BAIRRO MAIS VIOLENTO DO MÊS DE JUNHO. CONFIRA OS NÚMEROS DA MORTANDADE NA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO LUIS
O Coroadinho foi o bairro mais violento do mês de junho na região metropolitana de São Luis, que compreende os municípios de São josé de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa. Pelo levantamento que fizemos nos dados da Secretaria de Segurança Publica, dos 76 crimes contra a vida ocorridos na Ilha no período, 10 foram registrados naquele bairro.
No Coroadinho também foi onde teve o maior número de mortes em confronto com a polícia. Cinco criminosos, segundo a Secretaria, tombaram em troca de fogo com policiais.
Os outros bairros mais sangrentos depois do Coroadinho, foram: Cidade Olímpica, São Francisco, Jaracati, São Bernardo e Centro, com três homicídios cada.
Entre os municípios da grande São Luís, a capital tem o maior número de registros, são 62 contra 14 das outras três cidades juntas. No total foram 66 homicídios dolosos, 04 latrocínios (roubo seguido de morte), 03 lesões corporais seguidas de morte, 08 mortes por intervenção policial e 01 caso a esclarecer.
A maioria das vítimas era do sexo masculino. Em relação a idade, a maior mortandade foi entre adolescentes de 17 anos. Arma de fogo foi a mais usada.
Confira os números da violência no mês de junho:
66 homicídios dolosos, 04 latrocínios (roubo seguido de morte), 03 lesões corporais seguidas de morte, 08 mortes por intervenção policial e 01 caso a esclarecer.
Bairros mais violentos:
Coroadinho 10 mortes
Cidade Olímpica 03
São Francisco 03
São Bernardo 03
Jaracati 03
Centro 03
Vila Isabel Cafeteira 02
Anjo da Guarda 02
Vila Maranhão 02
Vila Vitória 02
Vila Colier 02
São Cristovão 02
Filipeinho 02
Turu 02
Vila Amércia, Vinhais, Cohatrac, Geniparana, Vila São Luis, Vila Funil, Vila Natal, Sol e Mar, Ipase, Alexandra Tavares, Cidade Operária, Pedrinhas, Jardim América, Maranhão Novo, Bairro de Fátima, Chácara Brasil, Gapara, Santo Antonio, Vila Embratel, Vila Embratel, Vila Cascavel, Vila Palmenira, Itaqui, todos estes registram um caso cada.
Por município: São Luís 62 registros, São José de Ribamar 08, Paço do Lumiar 04 e Raposa dois homicídios.
Idade
Por idade, as vítimas mais jovens tinham 16 anos e o mais velho 65. A violência matou mais no grupo dos 17 anos que teve 08 registros, um a menos que o grupo dos que tinham 18 anos. Já os de 16 anos ficaram em terceiro lugar com um total de 05 assassinatos.
Curiosidade: entre 16 e 36 anos, só não houve morte na idade de 23 anos.
16 anos = 05
17 anos = 08
18 anos = 07
19 anos = 01
20 anos = 04
21 anos = 04
22 anos = 02
23 = 000000
24 anos = 04
25 anos = 05
26 anos = 03
27 anos = 02
28 anos = 03
29 anos = 02
30 anos = 04
31 anos = 02
32 anos = 01
33 anos = 02
34 anos = 03
35 anos = 01
36 anos = 02
43 anos = 01
45 anos = 01
50 anos = 01
51 anos = 01
65 anos = 01
Gênero
Em relação ao gênero, foram assassinados 71 homens e 05 mulheres.
Instrumentos de execução
Em 66 caos foi usada armas de fogo; em cinco, arma branca e quatro vítimas foram executadas por outros meios.
No Coroadinho também foi onde teve o maior número de mortes em confronto com a polícia. Cinco criminosos, segundo a Secretaria, tombaram em troca de fogo com policiais.
Os outros bairros mais sangrentos depois do Coroadinho, foram: Cidade Olímpica, São Francisco, Jaracati, São Bernardo e Centro, com três homicídios cada.
Entre os municípios da grande São Luís, a capital tem o maior número de registros, são 62 contra 14 das outras três cidades juntas. No total foram 66 homicídios dolosos, 04 latrocínios (roubo seguido de morte), 03 lesões corporais seguidas de morte, 08 mortes por intervenção policial e 01 caso a esclarecer.
A maioria das vítimas era do sexo masculino. Em relação a idade, a maior mortandade foi entre adolescentes de 17 anos. Arma de fogo foi a mais usada.
Confira os números da violência no mês de junho:
66 homicídios dolosos, 04 latrocínios (roubo seguido de morte), 03 lesões corporais seguidas de morte, 08 mortes por intervenção policial e 01 caso a esclarecer.
Bairros mais violentos:
Coroadinho 10 mortes
Cidade Olímpica 03
São Francisco 03
São Bernardo 03
Jaracati 03
Centro 03
Vila Isabel Cafeteira 02
Anjo da Guarda 02
Vila Maranhão 02
Vila Vitória 02
Vila Colier 02
São Cristovão 02
Filipeinho 02
Turu 02
Vila Amércia, Vinhais, Cohatrac, Geniparana, Vila São Luis, Vila Funil, Vila Natal, Sol e Mar, Ipase, Alexandra Tavares, Cidade Operária, Pedrinhas, Jardim América, Maranhão Novo, Bairro de Fátima, Chácara Brasil, Gapara, Santo Antonio, Vila Embratel, Vila Embratel, Vila Cascavel, Vila Palmenira, Itaqui, todos estes registram um caso cada.
Por município: São Luís 62 registros, São José de Ribamar 08, Paço do Lumiar 04 e Raposa dois homicídios.
Idade
Por idade, as vítimas mais jovens tinham 16 anos e o mais velho 65. A violência matou mais no grupo dos 17 anos que teve 08 registros, um a menos que o grupo dos que tinham 18 anos. Já os de 16 anos ficaram em terceiro lugar com um total de 05 assassinatos.
Curiosidade: entre 16 e 36 anos, só não houve morte na idade de 23 anos.
16 anos = 05
17 anos = 08
18 anos = 07
19 anos = 01
20 anos = 04
21 anos = 04
22 anos = 02
23 = 000000
24 anos = 04
25 anos = 05
26 anos = 03
27 anos = 02
28 anos = 03
29 anos = 02
30 anos = 04
31 anos = 02
32 anos = 01
33 anos = 02
34 anos = 03
35 anos = 01
36 anos = 02
43 anos = 01
45 anos = 01
50 anos = 01
51 anos = 01
65 anos = 01
Gênero
Em relação ao gênero, foram assassinados 71 homens e 05 mulheres.
Instrumentos de execução
Em 66 caos foi usada armas de fogo; em cinco, arma branca e quatro vítimas foram executadas por outros meios.
segunda-feira, 29 de junho de 2015
DILMA QUEBRA O SILÊNCIO E AMEAÇA JOGAR MEIA NO VENTILADOR DE AÉCIO NO CASO DAS DOAÇÕES DE CAMPANHA
De bico fechado há muito tempo, a presidente Dilma Rousseff resolveu quebrar o silêncio sobre as doações de campanha e contra-atacar o adversário Aécio Neves, como forma de se justificar. Sobre delator dono do dinheiro, preferiu ignorá-lo.
Em Nova York, onde tem encontros nestes dias com o poderoso chefão da Casa Branca, Dilma disse aos jornalistas, que a contribuição de R$ 7,5 milhões da empreiteira UTC para sua campanha foi registrada e realizada de maneira legal, muito embora contradiga a afirmação do dono da empresa, o delator.
"Eu não respeito delator. Até porque eu estive presa na ditadura e sei o que é que é. Tentaram me transformar em uma delatora", afirmou a presidente em suas primeiras declarações públicas desde a divulgação da delação premiada do dono da empresa, Ricardo Pessoa.
Entre os contra-ataques ao seu adversário, Dilma ressaltou que a empresa foi a mesma que também fez doações a Aécio Neves no segundo turno da eleição presidencial, em valores semelhantes aos recebidos por sua campanha. "Eu não aceito e jamais aceitarei que insinuem sobre mim ou a minha campanha qualquer irregularidade. Primeiro porque não houve. Segundo, se insinuam, alguns têm interesses políticos."
Apesar de critica delator, a presidente afirmou que a Justiça, o Ministério Público e a Polícia Federal devem investigar as acusações. "Tudo, sem exceção", ressaltou.
Como ameaça ao delator, a presidente disse que tomará medidas contra Ricardo Pessoa caso ele faça acusações contra ela.
Quanto aos ministros mencionados na delação, Dilma afirmou que cabe a eles decidir o que fazer. Pessoa fez referência ao chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e ao secretário de Comunicação Social, Edinho Silva, que foi Tesoureiro da campanha de Dilma à reeleição.
As declarações e apostura da presidenta, de querer a todo custo apontar o dedo ao Aécio, demonstram claramente que ela passa por momentos, no mínimo de preocupações, principalmente com essa acusação de Pessoa. É claro, que a atual situação política do Brasil, envolvendo o nome da chefe maior, é ainda o reflexo da revanche estabelecida pelo inconformado Aécio, que nunca engoliu a derrota na última eleição presidencial, e partiu pra cima de Dilma na ânsia de tomar-lhe o trono.
Conhecedor de muitos podres do poder, Aécio passou a cavar a cova de Dilma, e com o apoio da mídia burguesa tem contrariado a opinião pública e convencido cada vez mais as massas, de que a presidenta tem que se afastar do poder, ou na pior das hipóteses, colocar pregos bem pontiagudos no caminho de volta do Lula ao palácio do Planalto em 2018.
Mas o que me intriga é: Se a presidenta Dilma tinha certeza que doação foi legal, porque não se pronunciou a mais tempo? Era preciso mesmo deixar chegar a um estágio de tamanho desgaste com a sua credibilidade, que já vem duvidosa pelos brasileiros desde as denúncias do esquema do "Petrolão"?
E mais: embora incisiva em sua fala, a presidenta se mostrou muito insegura em sua defesa sobre o dinheiro doado, tanto que preferiu aponta ao Aécio, deixando um um tom de ameaça no ar, de quem conhece os podres do bom moço. E a mensagem ao Pessoa, soou na verdade como um alerta que também poderá jogar a meia no ventilador do senador mineiro.
Diante de tantas denúncias sem explicação convincente pelo planalto, a Dilma vai ter que matar vários leões por dia para reverter a situação e mudar a sua imagem que a cada dia fica mais desgastada aos olhos dos brasileiros, o que poderá resultar na queda definitiva do PT do poder.
Em Nova York, onde tem encontros nestes dias com o poderoso chefão da Casa Branca, Dilma disse aos jornalistas, que a contribuição de R$ 7,5 milhões da empreiteira UTC para sua campanha foi registrada e realizada de maneira legal, muito embora contradiga a afirmação do dono da empresa, o delator.
"Eu não respeito delator. Até porque eu estive presa na ditadura e sei o que é que é. Tentaram me transformar em uma delatora", afirmou a presidente em suas primeiras declarações públicas desde a divulgação da delação premiada do dono da empresa, Ricardo Pessoa.
Entre os contra-ataques ao seu adversário, Dilma ressaltou que a empresa foi a mesma que também fez doações a Aécio Neves no segundo turno da eleição presidencial, em valores semelhantes aos recebidos por sua campanha. "Eu não aceito e jamais aceitarei que insinuem sobre mim ou a minha campanha qualquer irregularidade. Primeiro porque não houve. Segundo, se insinuam, alguns têm interesses políticos."
Apesar de critica delator, a presidente afirmou que a Justiça, o Ministério Público e a Polícia Federal devem investigar as acusações. "Tudo, sem exceção", ressaltou.
Como ameaça ao delator, a presidente disse que tomará medidas contra Ricardo Pessoa caso ele faça acusações contra ela.
Quanto aos ministros mencionados na delação, Dilma afirmou que cabe a eles decidir o que fazer. Pessoa fez referência ao chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e ao secretário de Comunicação Social, Edinho Silva, que foi Tesoureiro da campanha de Dilma à reeleição.
As declarações e apostura da presidenta, de querer a todo custo apontar o dedo ao Aécio, demonstram claramente que ela passa por momentos, no mínimo de preocupações, principalmente com essa acusação de Pessoa. É claro, que a atual situação política do Brasil, envolvendo o nome da chefe maior, é ainda o reflexo da revanche estabelecida pelo inconformado Aécio, que nunca engoliu a derrota na última eleição presidencial, e partiu pra cima de Dilma na ânsia de tomar-lhe o trono.
Conhecedor de muitos podres do poder, Aécio passou a cavar a cova de Dilma, e com o apoio da mídia burguesa tem contrariado a opinião pública e convencido cada vez mais as massas, de que a presidenta tem que se afastar do poder, ou na pior das hipóteses, colocar pregos bem pontiagudos no caminho de volta do Lula ao palácio do Planalto em 2018.
Mas o que me intriga é: Se a presidenta Dilma tinha certeza que doação foi legal, porque não se pronunciou a mais tempo? Era preciso mesmo deixar chegar a um estágio de tamanho desgaste com a sua credibilidade, que já vem duvidosa pelos brasileiros desde as denúncias do esquema do "Petrolão"?
E mais: embora incisiva em sua fala, a presidenta se mostrou muito insegura em sua defesa sobre o dinheiro doado, tanto que preferiu aponta ao Aécio, deixando um um tom de ameaça no ar, de quem conhece os podres do bom moço. E a mensagem ao Pessoa, soou na verdade como um alerta que também poderá jogar a meia no ventilador do senador mineiro.
Diante de tantas denúncias sem explicação convincente pelo planalto, a Dilma vai ter que matar vários leões por dia para reverter a situação e mudar a sua imagem que a cada dia fica mais desgastada aos olhos dos brasileiros, o que poderá resultar na queda definitiva do PT do poder.
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