quarta-feira, 8 de junho de 2016

E AGORA BETO CASTRO? CARIOCA NOCAUTEIA RIVAL, TOMA A TÃO SONHADA CADEIRA NA CÂMARA, VIRA VEREADOR RELÂMPAGO E JÁ MANDA RECADO

O Beto Castro foi finalmente nocauteado por Carioca, numa luta que os dois travavam na justiça eleitoral pelo mandato de vereador de São Luís, e perdeu a cadeira na Câmara Municipal para o seu inimigo número um.

Paulo Roberto Pinto, o Carioca (suplente que agora virou vereador) começou sua investida para tomar o mandato do titular, logo depois do resultado da eleição de 2012 quando descobriu que Castro possuía duas identidades e teria sido eleito usando o documento falsificado, o que é negado pelo acusado.

No embate, Beto Castro já tinha perdido no TRE/MA em 2013, mas sua defesa conseguiu mantê-lo no cargo. O caso foi parar em Brasília e no TSE Beto foi à lona, sendo agora obrigado a abandonar o legislativo em definitivo, entregando sua vaga de mão beijada a Carioca, que já assumiu nesta quarta-feira (08/06) o mandato que pode durar apenas seis meses.

E agora Beto Castro?

Será se vai mesmo admitir a derrota para o ex-amigo (agora grandes inimigos, inclusive até com ameaças de morte rolando pelo meio)?

É bom que se diga que Beto, a cada resultado favorável a Carioca nos julgamentos, ironizava, dizendo coisa do tipo que “Carioca ganhava, mas não levava” e que “continuaria tentando, mas nunca conseguiria...”. Ou isso seria apenas um blefe?

O certo é que Carioca (que dizem, também não é flor que se cheire, inclusive já chegou até a ser preso acusado de suposto estupro) realizou seu grande sonho, e na primeira sessão, posou de bom moço, de salvador da pátria, se declarou amigo de Sarney, inimigo de Flávio Dino, e foi acolhido pelos demais edis, recebendo amplo apoio de todos, com exclusividade de Marlon Garcia, que Castro acusa de ser o mentor de toda a história do tal documento falso. Os dois últimos moram e disputam espaço e voto no Bairro de Fátima.

Se não tem mais nada a declarar, é fim de luta, e Carioca, no apagar das luzes leva finalmente o título de vereador, nem que seja relâmpago.

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