A situação caótica na infraestrutura da avenida Tancredo Neves na Maiobinha, uma das principais ligações entre a MA-201 e o bairro Cidade Operária fez uma vítima fatal na noite de sexta-feira (13/11).
Josenyrllen Ribamar Araújo Neves, de 34 anos, pai de família teve o pior destino da sua vida, causado pela incompetência da gestão de São José de Ribamar. Ao tentar desviar a moto que conduzia de um dos tantos buracos na via, ele desequilibrou, caiu e foi colhido violentamente por um ônibus que também fazia a travessia da estrada do perigo. A vítima que morreu no local deixou a mulher e uma criança de um ano de idade.
Não é de hoje que essa via que também dá acesso ao Hospital Clementino Moura, o Socorrão 2 é reclamada não só moradores da região, como por milhares de condutores que diariamente por ali transitam e são vitimas dos danos ocasionados pelas péssimas condições de trafegabilidade. Há anos eles imploram ao prefeito Gil Cutrim, seja através de manifestos no local, fechando a via ou pela imprensa. Por várias vezes nas minhas reportagens de rádio em 2013/2014, estive na região e os reclames foram sempre dramáticos. Os relatos de pessoas revoltadas também sempre vinham com o alerta de que uma tragédia poderia acontecer a qualquer momento por conta da buraqueira e o lamaçal que tomaram conta da Avenida.
E com a passar do tempo, os buracos viraram crateras, os riscos só aumentaram e os prejuízos também. Carros quebrados, pacientes dentro das ambulâncias até pedindo pelo amor de Deus pra sair do veículo quando passam por lá. Os moradores inalando o odor insuportável, e por ai vai... E os danos? Nenhum deles arcados pelo gestor de São José de Ribamar.
Na oportunidade, como resposta as minhas reportagens na rádio, a prefeitura amenizou que estaria com uma operação para recuperar a via, mas o que fizeram foi apenas passar um “cuspe” de asfalto que foi embora logo na primeira chuva. O problema e os reclames revoltosos continuaram, e o prefeito faz ouvido de mercador. Infelizmente essa tem sido a marca de uma gestão que tem se mostrado incompetente no setor da infraestrutura do município de São José de Ribamar.
E agora quem vai pagar pela vida de Josenyrllen Ribamar Araújo Neves? Aliás, vida de alguém é algo que dinheiro nenhum paga. Mas é preciso que alguém seja responsabilizado por essa tragédia com um pai de família que deixa uma viúva e uma criança órfã. E esse alguém é exatamente o gestor, que ao deixar de ouvir as vozes da rua, permitiu que desta vez, mais que carros quebrados (que os proprietários pagam os prejuízos), uma vida ceifada em uma das vias mais reclamadas da administração de São José de Ribamar e com tragédia anunciada, que nunca foi da a devida importância.
E agora Gil Cutrim, vai tapar os buracos, recuperar a Avenida Tancredo Neves ou esperar morrer mais gente?
domingo, 15 de novembro de 2015
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
QUEDA DE HOMICÍDIOS: AS ESTATÍSTICAS DA VIOLÊNCIA NA GRANDE SÃO LUIS AINDA DESFAVORECEM AS EXPECTATIVAS DO CIDADÃO MARANHENSE
Um saldo de 78 mortes violentas foi registrado durante todo o mês de outubro na região metropolitana de São Luis, que inclui além da capital, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa. As informações são baseadas nas estatísticas divulgadas pela Secretaria de Segurança Pública do Estado em seu site oficial.
Segundo os dados, levando em conta a tipificação dos crimes no período, foram 56 homicídios dolosos, ou seja aquele em que houve a intenção direta do criminoso em matar sua vítima; 05 casos de lesão corporal seguida de morte, quando a vítima ainda foi socorrida, mas morreu posteriormente; 05 latrocínios, que são os casos de roubo seguido de morte; e ainda 07 mortes de pessoas durante confrontos com a polícia e 06 mortes com causa a esclarecer. Neste último caso, ainda é aguardado o resultado das investigações da polícia judiciária, com relações aos fatos.
A grande maioria dos homicídios aconteceu na capital, num total de 59 assassinatos em São Luis. São José de Ribamar aparece com sete e Paço do Lumiar com seis crimes no total. O município de Raposa não aprece na lista.
No ranking dos bairros de São Luis mais violentos no mês de outubro, estão, em primeiro lugar o São Raimundo com quatro mortes; em segundo o Centro da cidade com três registros e empatados no terceiro lugar os bairros João de Deus, Liberdade, Coroadinho, Anjo da Guarda, Tibiri, Vila Palmeira, São Cristovão e Bairro de Fátima, cada um com duas mortes registradas.
No comparativo com os últimos dois meses, se percebe uma queda gradativa nos indicadores dos crimes violentos contra a vida na Grande São Luís. Em Agosto foram 90 casos e Setembro 81. No acumulado 12 ocorrências a menos no período.
Apesar de uma leve retração neste cenário, as estatísticas da violência na grande São Luís ainda desfavorecem as expectativas do cidadão maranhense, pois a violência rola à solta na cidade, a sociedade continua com sede de segurança e cobrando mais empenho das autoridades no combate a criminalidade, que parece, os últimos governos fizeram pouco caso disso ao deixar de investir no setor na proporção mínima da demanda. Com a inércia do poder público, o Estado ficou refém de bandidos que agem nos mais diversos setores da criminalidade, entre eles o tráfico de drogas; passaram a ditar as regras, enquanto a população impotente apenas assiste os danos diários, frutos do descaso, seja pelos meios de comunicação ou ao vivo, e paga caro por isso.
O novo governo do Maranhão, em sua primeira tomada de decisão neste sentido chamou novos soldados para os quadros da Polícia Militar, que infelizmente ainda somos o Estado que apresenta a pior taxa do país de policiais militares por habitantes: um PM para cada 881 habitantes, quando a média aceitável é de um agente para cada 473. Sem dúvida este é um dos itens do legado vergonhoso deixado pelos antigos mandatários e que precisa urgentemente ser superado. O curioso é que o chamado emergencial do governador Flávio Dino, logo que assumiu, foi exatamente para os concursados do governo Roseana que enganados, talvez nunca seriam convocados por ela ou por sucessores do grupo caso tivessem ganho a eleição.
Ainda é tímida, mas a população tem tido a sensação de que os agentes de segurança estão com mais frequência nos bairros, nas ruas e demais logradouros públicos. Isso não é tudo, é bem verdade. A prova está nos índices alarmantes de assaltos a ônibus (92 só no mês de outubro, segundo o sindicato dos Rodoviários), a carros e motos ou mesmo os constantes ataques de assaltantes a transeuntes em diversos pontos da cidade. E ainda com a inclusão de novos militares nos quadros da PM, o deficit ainda vai continuar e a solução ainda não será certa. Cabendo ainda ao governo se valer de outros mecanismos como uma maior valorização destes profissionais.
Rezando para não ser a próxima vítima, a população deve sim, ter um pouco mais de paciência porque mudança não acontece de um dia para outro, embora seja esta a expectativa natural de todos em nossos dias. Isso porém, não quer dizer que o governo por sua vez queira alimentar o povo com um eterno pedido de tolerância, enquanto insiste na velha retórica da herança maldita, embora ela de fato exista.
Na prática é preciso que o governo do Flávio Dino caia em campo e faça diferente do que era praticado pela ex-governadora Roseana Sarney, que claramente, iludia a população com medidas fantasiosas eleitoreiras, ou sempre após algum fato de comoção nacional e até internacional para gerenciar crise, e depois tudo continuava na mesma. Agora é preciso ações efetivas que garantam ao cidadão da grande São Luís e do Estado do Maranhão (refém da violência descontrolada) o direito mínimo a segurança que por muito tempo lhe foi negado.
Segundo os dados, levando em conta a tipificação dos crimes no período, foram 56 homicídios dolosos, ou seja aquele em que houve a intenção direta do criminoso em matar sua vítima; 05 casos de lesão corporal seguida de morte, quando a vítima ainda foi socorrida, mas morreu posteriormente; 05 latrocínios, que são os casos de roubo seguido de morte; e ainda 07 mortes de pessoas durante confrontos com a polícia e 06 mortes com causa a esclarecer. Neste último caso, ainda é aguardado o resultado das investigações da polícia judiciária, com relações aos fatos.
A grande maioria dos homicídios aconteceu na capital, num total de 59 assassinatos em São Luis. São José de Ribamar aparece com sete e Paço do Lumiar com seis crimes no total. O município de Raposa não aprece na lista.
No ranking dos bairros de São Luis mais violentos no mês de outubro, estão, em primeiro lugar o São Raimundo com quatro mortes; em segundo o Centro da cidade com três registros e empatados no terceiro lugar os bairros João de Deus, Liberdade, Coroadinho, Anjo da Guarda, Tibiri, Vila Palmeira, São Cristovão e Bairro de Fátima, cada um com duas mortes registradas.
No comparativo com os últimos dois meses, se percebe uma queda gradativa nos indicadores dos crimes violentos contra a vida na Grande São Luís. Em Agosto foram 90 casos e Setembro 81. No acumulado 12 ocorrências a menos no período.
Apesar de uma leve retração neste cenário, as estatísticas da violência na grande São Luís ainda desfavorecem as expectativas do cidadão maranhense, pois a violência rola à solta na cidade, a sociedade continua com sede de segurança e cobrando mais empenho das autoridades no combate a criminalidade, que parece, os últimos governos fizeram pouco caso disso ao deixar de investir no setor na proporção mínima da demanda. Com a inércia do poder público, o Estado ficou refém de bandidos que agem nos mais diversos setores da criminalidade, entre eles o tráfico de drogas; passaram a ditar as regras, enquanto a população impotente apenas assiste os danos diários, frutos do descaso, seja pelos meios de comunicação ou ao vivo, e paga caro por isso.
O novo governo do Maranhão, em sua primeira tomada de decisão neste sentido chamou novos soldados para os quadros da Polícia Militar, que infelizmente ainda somos o Estado que apresenta a pior taxa do país de policiais militares por habitantes: um PM para cada 881 habitantes, quando a média aceitável é de um agente para cada 473. Sem dúvida este é um dos itens do legado vergonhoso deixado pelos antigos mandatários e que precisa urgentemente ser superado. O curioso é que o chamado emergencial do governador Flávio Dino, logo que assumiu, foi exatamente para os concursados do governo Roseana que enganados, talvez nunca seriam convocados por ela ou por sucessores do grupo caso tivessem ganho a eleição.
Ainda é tímida, mas a população tem tido a sensação de que os agentes de segurança estão com mais frequência nos bairros, nas ruas e demais logradouros públicos. Isso não é tudo, é bem verdade. A prova está nos índices alarmantes de assaltos a ônibus (92 só no mês de outubro, segundo o sindicato dos Rodoviários), a carros e motos ou mesmo os constantes ataques de assaltantes a transeuntes em diversos pontos da cidade. E ainda com a inclusão de novos militares nos quadros da PM, o deficit ainda vai continuar e a solução ainda não será certa. Cabendo ainda ao governo se valer de outros mecanismos como uma maior valorização destes profissionais.
Rezando para não ser a próxima vítima, a população deve sim, ter um pouco mais de paciência porque mudança não acontece de um dia para outro, embora seja esta a expectativa natural de todos em nossos dias. Isso porém, não quer dizer que o governo por sua vez queira alimentar o povo com um eterno pedido de tolerância, enquanto insiste na velha retórica da herança maldita, embora ela de fato exista.
Na prática é preciso que o governo do Flávio Dino caia em campo e faça diferente do que era praticado pela ex-governadora Roseana Sarney, que claramente, iludia a população com medidas fantasiosas eleitoreiras, ou sempre após algum fato de comoção nacional e até internacional para gerenciar crise, e depois tudo continuava na mesma. Agora é preciso ações efetivas que garantam ao cidadão da grande São Luís e do Estado do Maranhão (refém da violência descontrolada) o direito mínimo a segurança que por muito tempo lhe foi negado.
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
RESSURREIÇÃO DO MAC: DIRETORIA PRECISA MUDAR DE CONCEPÇÃO
Não era pra ter caído, mas como dizem: os fortes também tropeçam e até caem, mas não ficam no chão por muito tempo. Logo levantam-se, sacodem a poeira e dão a volta por cima, continuando seu trajeto, e nunca desistem de lutar por novas conquistas. Me refiro ao glorioso Maranhão Atlético Clube (MAC), rebaixado e logo reerguido.
O Macão machão da Ilha, o Demolidor de cartazes, o famoso Bode Gregório, que por ironia do destino ficou nesta temporada de 2015 fora da elite do futebol maranhense, um marco na sua história, já está de volta à Primeira Divisão do Estado. O retorno foi consolidado neste domingo (25/10) com a vitória em cima do Marília de Imperatriz por 2 a 0, jogo que também lhe rendeu o título de Campeão da Segunda Divisão ou Segundinha (como ficou conhecida) para onde havia caído ano passado.
Uma pena que o MAC, um time fantástico, marcado por tantas glórias e histórias, o mais regular de todas as agremiações locais (principalmente na questão financeira) tenha regredido tanto, a ponto de deixar por um ano seus torcedores (um número relativamente menor é verdade em relação a seus principais adversários Sampaio e Moto, mas fies seguidores) com a amarga sensação de pela primeira vez na história não poder disputar o título pelo estadual principal.
O quadricolor Maranhense que já foi *13 vezes campão estadual, o mesmo número de participações em brasileiros, ficou conhecido como "Demolidor de Cartazes" pelo fato de se tornar uma espécie de vingador aos clubes de fora. Conta a história que times como Santa Cruz de Recife, Tuna Luso do Pará, Bota Fogo do Piauí e seleção do Pará vieram ao Maranhão e venceram Moto e Sampaio. Porém em jogos posteriores o MAC derrotou todos eles, recuperando a autoestima do Estado no futebol, detalhes eternizados e rememorados quantas vezes for preciso pelos maqueanos.
Me lembro que passei a torcer pelo MAC, ainda bem garoto em 1989, quando ali começava meu interesse por futebol ao ouvir o assunto pelo rádio. Não foi um bom começo, é verdade, pois nesse ano apenas vi o título escapar-lhe pelos dedos para o Moto, mas posteriormente seria triplamente recompensado. Em 1995, tive a imensa felicidade de ver o time que escolhi pra torcer se consagrar tricampeão, e ainda provaria desse sabor de vitória em 99 e 2007. Títulos, parece pouco, mas gratificante para o torcedor que honra a camisa de um dos clubes mais tradicionais do estado.
Infelizmente uma fase ruim conduziu o time do parque Valério Monteiro a provar da segunda divisão, que bom que por pouco tempo. E o Demolidor de Cartazes está de volta para alegria de todos os fanáticos maqueanos. Ainda bem que no próximo ano voltaremos a ter os grandes jogos com os tês maiores times do Estado, disputando em grandes lance e ponto a ponto para avançar na tabela; os tradicionais clássicos MAREMOTO e SAMARÁ abrilhantando o nosso estadual. E se espera que o pós-ressurreição também sirva de reflexão dos cartolas para uma maior disponibilidade do time, não só para as disputas locais, como para as competições nacionais e regionais, e sonhar não custa nada, para as internacionais.
Agora também se espera mais ação e dinamismo da diretoria quadricolor para agregar valor ao time que vive cada vez mais desacreditado no meio futebolístico. Na ressurreição o tom da vez é investimento para as devidas melhorias e avanços. É preciso investir, por exemplo em estratégias de comunicação e marketing, em grandes parcerias, patrocinadores. É fundamentalmente necessário incentivar o torcedor e prospectar novos públicos, ou seja, pensar no clube como marca para sua profissionalização de fato, que lhe garanta reais possibilidades de disputar toda e qualquer competição que tiverem pela frente, e consequentemente lhe gere ônus e status. O MAC precisa inovar para evoluir, senão ficará pra sempre na velha ideia de que se trata apenas de um "timezinho" que toda sua torcida se comporta dentro de uma van. É preciso romper as ideologias baratas que tem rondado e dominado o território do Bode Gregório, atrapalhando seu bom desemprenho.
Num mercado tão competitivo como o do futebol, não há espaço para quem se contenta apenas com participações nos certames locais e com um limitado número de torcedores. É preciso mudar de concepção, pensar grande, planejar e executar projetos audaciosos, se quiser conquistar novos horizontes e um futuro diferente e promissor.
*Há uma dúvida em relação aos títulos do MAC em campeonatos maranhenses. Alguns falam em 14, mas segundo o saudoso historiador maranhense Manuel Raimundo do Amaral, o título de 1939 confirmado por muitos esportistas, não foi jogado porque nesse ano não houve a competição oficial, mas o mesmo foi requerido pelo time quadricolor maranhense.
O Macão machão da Ilha, o Demolidor de cartazes, o famoso Bode Gregório, que por ironia do destino ficou nesta temporada de 2015 fora da elite do futebol maranhense, um marco na sua história, já está de volta à Primeira Divisão do Estado. O retorno foi consolidado neste domingo (25/10) com a vitória em cima do Marília de Imperatriz por 2 a 0, jogo que também lhe rendeu o título de Campeão da Segunda Divisão ou Segundinha (como ficou conhecida) para onde havia caído ano passado.
Uma pena que o MAC, um time fantástico, marcado por tantas glórias e histórias, o mais regular de todas as agremiações locais (principalmente na questão financeira) tenha regredido tanto, a ponto de deixar por um ano seus torcedores (um número relativamente menor é verdade em relação a seus principais adversários Sampaio e Moto, mas fies seguidores) com a amarga sensação de pela primeira vez na história não poder disputar o título pelo estadual principal.
O quadricolor Maranhense que já foi *13 vezes campão estadual, o mesmo número de participações em brasileiros, ficou conhecido como "Demolidor de Cartazes" pelo fato de se tornar uma espécie de vingador aos clubes de fora. Conta a história que times como Santa Cruz de Recife, Tuna Luso do Pará, Bota Fogo do Piauí e seleção do Pará vieram ao Maranhão e venceram Moto e Sampaio. Porém em jogos posteriores o MAC derrotou todos eles, recuperando a autoestima do Estado no futebol, detalhes eternizados e rememorados quantas vezes for preciso pelos maqueanos.
Me lembro que passei a torcer pelo MAC, ainda bem garoto em 1989, quando ali começava meu interesse por futebol ao ouvir o assunto pelo rádio. Não foi um bom começo, é verdade, pois nesse ano apenas vi o título escapar-lhe pelos dedos para o Moto, mas posteriormente seria triplamente recompensado. Em 1995, tive a imensa felicidade de ver o time que escolhi pra torcer se consagrar tricampeão, e ainda provaria desse sabor de vitória em 99 e 2007. Títulos, parece pouco, mas gratificante para o torcedor que honra a camisa de um dos clubes mais tradicionais do estado.
Infelizmente uma fase ruim conduziu o time do parque Valério Monteiro a provar da segunda divisão, que bom que por pouco tempo. E o Demolidor de Cartazes está de volta para alegria de todos os fanáticos maqueanos. Ainda bem que no próximo ano voltaremos a ter os grandes jogos com os tês maiores times do Estado, disputando em grandes lance e ponto a ponto para avançar na tabela; os tradicionais clássicos MAREMOTO e SAMARÁ abrilhantando o nosso estadual. E se espera que o pós-ressurreição também sirva de reflexão dos cartolas para uma maior disponibilidade do time, não só para as disputas locais, como para as competições nacionais e regionais, e sonhar não custa nada, para as internacionais.
Agora também se espera mais ação e dinamismo da diretoria quadricolor para agregar valor ao time que vive cada vez mais desacreditado no meio futebolístico. Na ressurreição o tom da vez é investimento para as devidas melhorias e avanços. É preciso investir, por exemplo em estratégias de comunicação e marketing, em grandes parcerias, patrocinadores. É fundamentalmente necessário incentivar o torcedor e prospectar novos públicos, ou seja, pensar no clube como marca para sua profissionalização de fato, que lhe garanta reais possibilidades de disputar toda e qualquer competição que tiverem pela frente, e consequentemente lhe gere ônus e status. O MAC precisa inovar para evoluir, senão ficará pra sempre na velha ideia de que se trata apenas de um "timezinho" que toda sua torcida se comporta dentro de uma van. É preciso romper as ideologias baratas que tem rondado e dominado o território do Bode Gregório, atrapalhando seu bom desemprenho.
Num mercado tão competitivo como o do futebol, não há espaço para quem se contenta apenas com participações nos certames locais e com um limitado número de torcedores. É preciso mudar de concepção, pensar grande, planejar e executar projetos audaciosos, se quiser conquistar novos horizontes e um futuro diferente e promissor.
*Há uma dúvida em relação aos títulos do MAC em campeonatos maranhenses. Alguns falam em 14, mas segundo o saudoso historiador maranhense Manuel Raimundo do Amaral, o título de 1939 confirmado por muitos esportistas, não foi jogado porque nesse ano não houve a competição oficial, mas o mesmo foi requerido pelo time quadricolor maranhense.
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
SIGILO TOTAL PARA O CUNHA: "QUEM TEM ... TEM MEDO"
Acatando o pedido do presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha, o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, decidiu mesmo tornar sigilosa a denúncia apresentada pela Procuradoria Geral da República contra o parlamentar do PMDB carioca, acusado de corrupção e lavagem de dinheiro. Cunha, grande defensor do impeachment da presidente Dilma, foi apontado na Operação Lava Jato, de ter abocanhado US$ 5 milhões de dólares de propina da Petrobras, dinheiro este que teria sido depositado em contas suas na Suíça.
Zavascki justificou que a medida se fez necessária por causa de depoimentos que ainda estão sob segredo adicionados à denúncia em que o lobista Fernando Baiano e o empresário Julio Camargo, reforçam as suspeitas contra Cunha. Com a decisão, todas as peças da investigação que já haviam sido disponibilizadas foram retiradas do sistema interno do STF para acompanhamento de processos eletrônicos.
Ora, desde de que surgiram as denúncias, o moralista Eduardo Cunha tem negado veementemente as acusações da PGR e alega que tudo não passa de perseguição política por parte de Rodrigo Janot, esta que refletiria nos interesses da presidente Dilma (também com uma mácula do tamanho deste país) de desestabilizar sua gestão e atingir sua imagem de homem público". Recentemente, inclusive, os dois presidentes (câmara e república) andaram trocando farpas pela imprensa nacional relacionadas a acusações de ambos os lados.
Assim como Dilma, Cunha vive se explicando, e se exime de qualquer acusação. Diz que "nunca recebeu qualquer vantagem de qualquer natureza, de quem quer que seja, referente à Petrobras ou a qualquer outra empresa, órgão público ou instituição do gênero" e que nunca teve conta em paraísos fiscais. Aliás, muito espantado com esse fato sobrenatural, andou até querendo saber e conhecer pessoalmente a possível pessoa que teria aberto contas pra ele na Suíça e depositado tão vultuosa soma em dinheiro nessas contas.
Mesmo assim, Cunha se abriu para a transparência, pedindo diante das câmeras de TV, microfones de rádios e a imprensa em geral para ser investigado e passar de uma vez por todas essa história a limpo. Mas por trás dos panos, lá no STF, também fez o seu pedido especial, para que essa investigação acontecesse na surdina, o que foi prontamente atendido.
Ora, como diz o ditado popular: "quem não deve não teme". Quer dizer, se o Cunha afirma que nunca, jamais em tempo algum foi beneficiado com dinheiro de Petrobras ou de qualquer outra natureza, e que de forma alguma teve conta bancária fora do país, muito menos em paraíso fiscal, na famosa lavagem de dinheiro "público", porque então esta autêntica autoridade, ovacionada por tantos neste país por seu louvável posicionamento pro-impeachment da presidente, na verdade tem tanto medo dessa investigação ou que ela esteja sendo acompanhada de forma transparente pela opinião pública?
Ainda me servido dos ditados populares, dizem, que "onde há fumaça há fogo". Ok! Vitória do Cunha! Sigilo total para a investigação de suas supostas contas em paraíso fiscal, o que significa que o que por acaso vier a ser descoberto, ninguém por aqui vai ficar sabendo. Agora cá pra nós, se o "suprassumo da moralidade", o temível Cunha tenta a todo custo um abrigo nas barras das togas pretas da justiça, não se adapta a outro dito famoso de que "quem tem ... tem medo"?
Zavascki justificou que a medida se fez necessária por causa de depoimentos que ainda estão sob segredo adicionados à denúncia em que o lobista Fernando Baiano e o empresário Julio Camargo, reforçam as suspeitas contra Cunha. Com a decisão, todas as peças da investigação que já haviam sido disponibilizadas foram retiradas do sistema interno do STF para acompanhamento de processos eletrônicos.
Ora, desde de que surgiram as denúncias, o moralista Eduardo Cunha tem negado veementemente as acusações da PGR e alega que tudo não passa de perseguição política por parte de Rodrigo Janot, esta que refletiria nos interesses da presidente Dilma (também com uma mácula do tamanho deste país) de desestabilizar sua gestão e atingir sua imagem de homem público". Recentemente, inclusive, os dois presidentes (câmara e república) andaram trocando farpas pela imprensa nacional relacionadas a acusações de ambos os lados.
Assim como Dilma, Cunha vive se explicando, e se exime de qualquer acusação. Diz que "nunca recebeu qualquer vantagem de qualquer natureza, de quem quer que seja, referente à Petrobras ou a qualquer outra empresa, órgão público ou instituição do gênero" e que nunca teve conta em paraísos fiscais. Aliás, muito espantado com esse fato sobrenatural, andou até querendo saber e conhecer pessoalmente a possível pessoa que teria aberto contas pra ele na Suíça e depositado tão vultuosa soma em dinheiro nessas contas.
Mesmo assim, Cunha se abriu para a transparência, pedindo diante das câmeras de TV, microfones de rádios e a imprensa em geral para ser investigado e passar de uma vez por todas essa história a limpo. Mas por trás dos panos, lá no STF, também fez o seu pedido especial, para que essa investigação acontecesse na surdina, o que foi prontamente atendido.
Ora, como diz o ditado popular: "quem não deve não teme". Quer dizer, se o Cunha afirma que nunca, jamais em tempo algum foi beneficiado com dinheiro de Petrobras ou de qualquer outra natureza, e que de forma alguma teve conta bancária fora do país, muito menos em paraíso fiscal, na famosa lavagem de dinheiro "público", porque então esta autêntica autoridade, ovacionada por tantos neste país por seu louvável posicionamento pro-impeachment da presidente, na verdade tem tanto medo dessa investigação ou que ela esteja sendo acompanhada de forma transparente pela opinião pública?
Ainda me servido dos ditados populares, dizem, que "onde há fumaça há fogo". Ok! Vitória do Cunha! Sigilo total para a investigação de suas supostas contas em paraíso fiscal, o que significa que o que por acaso vier a ser descoberto, ninguém por aqui vai ficar sabendo. Agora cá pra nós, se o "suprassumo da moralidade", o temível Cunha tenta a todo custo um abrigo nas barras das togas pretas da justiça, não se adapta a outro dito famoso de que "quem tem ... tem medo"?
domingo, 11 de outubro de 2015
ESTÁ ESCRITO NAS ESTRELAS: TORNOZELEIRA DA "NOVINHA DA CORRUPÇÃO" LIDIANE É A MESMA DE BIA
Estava escrito nas estrelas que a liberdade da ex-prefeita de Bom Jardim, a imatura, mas perversa Lidiane Leite da Silva, guardada por 11 dias em um confortável cômodo do Corpo de Bombeiros, era só uma questão de tempo. Isso foi consumado no dia 09, após ser beneficiada pela Justiça Federal com a revogação de sua prisão preventiva. Ela que é investigada por desvios de verbas da educação, convenceu somente o juiz Magno Moraes de sua inocência.
Para se justificar do seu "equívoco", o magistrado determinou que "Lili Ostentação" (apelido carinhoso que ganhou por ostentar luxo com o dinheiro público e ainda publicar tudo nas redes sociais), usasse uma tornozeleira eletrônica, que passa agora a monitorar seus passos tranquilos pelos caminhos da impunidade.
Mas esse filme já assistimos em 2012, há exatos 03 anos, aqui em Paço do Lumiar, com a ex-prefeita Bia Venâncio, que teve a mesma "penalidade" imposta pela mesma justiça Federal, do uso de tornozeleira e de não se aproximar do prédio da Prefeitura. Outra coincidência é que as duas foram presas pela Polícia Federal acusadas pelo mesmo crime: desvio de cerca de R$ 15 milhões em recursos da educação. Além de Bia, o filho dela, vereador Thiago Aroso e mais dois secretários usaram o equipamento, até que o caso caiu no esquecimento.
O objetivo da tornozeleira eletrônica é monitorar os passos de acusados de crimes enquanto estes estão em processo de investigações. Mas esta prática também pode ser entendida como a nova forma que a justiça tem encontrado para dar, digamos, uma explicação a sociedade após, não se sabe a custa do que, livrar a pele de gestores corruptos, que usurpam do dinheiro público e acabam caindo nas malhas da lei, ou seja, uma ferramenta potencial para a impunidade.
A pedido da justiça, Bia Venâncio e as demais pessoas arroladas na investigação em Paço do Lumiar utilizaram as tais tornozeleiras eletrônica exatamente até que o caso saiu do foco da mídia e consequentemente esquecido pela população.
No caso de Lidiane, sem uma explicação plausível, o juiz Magno Moraes confirma a inocência dela, alega morosidade na apuração, e revelou inclusive que o Ministério Público ainda nem ofereceu denúncia para que seja iniciada a ação penal contra a prefeita cassada.
Então parece que tem algo errado, se o próprio Ministério Público foi quem denunciou o escândalo a Polícia Federal, porque ainda não fez o mesmo a justiça?
Ou seja, tudo indica, que se a justiça estranhamente não entende que o "saqueamento" dos recursos da educação lá do município de Bom Jardim, comprovado pelos Ministérios públicos estadual e federal se caracteriza em crime, significa que a Lidiane está habilitada a retomar a cadeira de prefeita, de onde foi tirada injustamente, tese alimentada pela defesa, e que (não não deve causar surpresa) poderá ser concretizada há qualquer momento.
Então assim como no caso de Bia Venâncio, Lidiane usará a tornozeleira eletrônica até que seja finalizado o processo de desqualificação das denúncias feitas contra ela. Com uma diferença, que Lidiane poderá voltar logo ao poder empurrada pela justiça, enquanto Bia ainda espera o momento certo de retornar de mãos limpas e tudo mais pelo voto popular.
Está está escrito nas estrelas: a tornozeleira eletrônica (ferramenta de impunidade) que monitorou os passos corruptos da Bia é a mesma que passa a conduzir a "novinha da corrupção" Lidiane Leite, claro, se a nossa falha justiça não corrigir seus equívocos.
Para se justificar do seu "equívoco", o magistrado determinou que "Lili Ostentação" (apelido carinhoso que ganhou por ostentar luxo com o dinheiro público e ainda publicar tudo nas redes sociais), usasse uma tornozeleira eletrônica, que passa agora a monitorar seus passos tranquilos pelos caminhos da impunidade.
Mas esse filme já assistimos em 2012, há exatos 03 anos, aqui em Paço do Lumiar, com a ex-prefeita Bia Venâncio, que teve a mesma "penalidade" imposta pela mesma justiça Federal, do uso de tornozeleira e de não se aproximar do prédio da Prefeitura. Outra coincidência é que as duas foram presas pela Polícia Federal acusadas pelo mesmo crime: desvio de cerca de R$ 15 milhões em recursos da educação. Além de Bia, o filho dela, vereador Thiago Aroso e mais dois secretários usaram o equipamento, até que o caso caiu no esquecimento.
O objetivo da tornozeleira eletrônica é monitorar os passos de acusados de crimes enquanto estes estão em processo de investigações. Mas esta prática também pode ser entendida como a nova forma que a justiça tem encontrado para dar, digamos, uma explicação a sociedade após, não se sabe a custa do que, livrar a pele de gestores corruptos, que usurpam do dinheiro público e acabam caindo nas malhas da lei, ou seja, uma ferramenta potencial para a impunidade.
A pedido da justiça, Bia Venâncio e as demais pessoas arroladas na investigação em Paço do Lumiar utilizaram as tais tornozeleiras eletrônica exatamente até que o caso saiu do foco da mídia e consequentemente esquecido pela população.
No caso de Lidiane, sem uma explicação plausível, o juiz Magno Moraes confirma a inocência dela, alega morosidade na apuração, e revelou inclusive que o Ministério Público ainda nem ofereceu denúncia para que seja iniciada a ação penal contra a prefeita cassada.
Então parece que tem algo errado, se o próprio Ministério Público foi quem denunciou o escândalo a Polícia Federal, porque ainda não fez o mesmo a justiça?
Ou seja, tudo indica, que se a justiça estranhamente não entende que o "saqueamento" dos recursos da educação lá do município de Bom Jardim, comprovado pelos Ministérios públicos estadual e federal se caracteriza em crime, significa que a Lidiane está habilitada a retomar a cadeira de prefeita, de onde foi tirada injustamente, tese alimentada pela defesa, e que (não não deve causar surpresa) poderá ser concretizada há qualquer momento.
Então assim como no caso de Bia Venâncio, Lidiane usará a tornozeleira eletrônica até que seja finalizado o processo de desqualificação das denúncias feitas contra ela. Com uma diferença, que Lidiane poderá voltar logo ao poder empurrada pela justiça, enquanto Bia ainda espera o momento certo de retornar de mãos limpas e tudo mais pelo voto popular.
Está está escrito nas estrelas: a tornozeleira eletrônica (ferramenta de impunidade) que monitorou os passos corruptos da Bia é a mesma que passa a conduzir a "novinha da corrupção" Lidiane Leite, claro, se a nossa falha justiça não corrigir seus equívocos.
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
OPERAÇÃO DA PRF PRETENDE INIBIR VIOLÊNCIA DAS BRs NO FIM DE SEMANA PROLONGADO
A Policia Rodoviária Federal inicia a meia noite desta sexta-feira, em todo o país a operação especial para o feriado de Nossa Senhora Aparecida, que vai reforçar o policiamento nas rodovias, com o objetivo de facilitar a circulação de veículos em pontos críticos no período do feriado, além do combater a prática dos mais diversos crimes nas estradas federais.
No Maranhão, a ação batizadas de operação Nossa Senhora Aparecida, que segue até a meia noite de segunda-feira, e que poderá ser estendida até a meia noite de terça-feira, contará com policiais em todas as estradas, em locais estratégicos que vão fiscalizar, por exemplo, o excesso de velocidade, embriaguez ao volante e as ultrapassagens indevidas, infrações estas são as que mais causam mortes nas estradas.
Importante lembrar aos condutores de veículos longos que Durante o feriado, a polícia vai restringir a circulação a esse tipo de veículo.
De acordo com a Policia Rodoviária Federal, Caminhões bitrens, com dimensões excedentes, e caminhões-cegonha não poderão circular em pistas simples (ou seja em trechos não duplicados), já nesta sexta-feira das 16h à meia-noite; no sábado (10), das 6h às 12h; e na segunda-feira (12), das 16h e à meia-noite. A multa é R$ 85,13, e o condutor será impedido de seguir viagem até o horário final da restrição.
A PRF também vai fazer, no fim de semana, uma ação integrada de educação para o trânsito com algumas prefeituras, com o objetivo de mostrar aos condutores os pontos críticos de violência no trânsito nesses municípios.
No Maranhão, a ação batizadas de operação Nossa Senhora Aparecida, que segue até a meia noite de segunda-feira, e que poderá ser estendida até a meia noite de terça-feira, contará com policiais em todas as estradas, em locais estratégicos que vão fiscalizar, por exemplo, o excesso de velocidade, embriaguez ao volante e as ultrapassagens indevidas, infrações estas são as que mais causam mortes nas estradas.
Importante lembrar aos condutores de veículos longos que Durante o feriado, a polícia vai restringir a circulação a esse tipo de veículo.
De acordo com a Policia Rodoviária Federal, Caminhões bitrens, com dimensões excedentes, e caminhões-cegonha não poderão circular em pistas simples (ou seja em trechos não duplicados), já nesta sexta-feira das 16h à meia-noite; no sábado (10), das 6h às 12h; e na segunda-feira (12), das 16h e à meia-noite. A multa é R$ 85,13, e o condutor será impedido de seguir viagem até o horário final da restrição.
A PRF também vai fazer, no fim de semana, uma ação integrada de educação para o trânsito com algumas prefeituras, com o objetivo de mostrar aos condutores os pontos críticos de violência no trânsito nesses municípios.
terça-feira, 6 de outubro de 2015
ATÉ QUANDO VEREMOS BANDIDOS PERIGOSOS BENEFICIADOS COM A TAL SAÍDA TEMPORÁRIA?
É sempre assim, toda data comemorativa no calendário cívico que diz respeito a família, a lei das execuções penais garante soltura temporária de presos para passar sete dias em casa com seus familiares. Agora por exemplo, é o dia das crianças e desta vez 307 detentos do sistema prisional do Maranhão foram beneficiados para passar o período em liberdade provisória.
De acordo com a decisão por meio de portaria assinada pela juíza Ana Maria Almeida Vieira, titular da Vara de Execuções Penais de São Luís, a saída se dará nesta sexta-feira (9) e os presos beneficiado com o indulto terão que retornar no dia 15 de outubro até as 18 horas. Entre as obrigações nesse período, os contemplados não poderão ingerir bebidas alcoólicas, pegar em armas nem pensar. Eles também não poderão frequentar bares, festas ou similares e tem até as 20 horas para se recolher as suas residências.
A saída temporária é regulamentada pela Lei de Execuções Penais, que garante aos condenados que cumprem pena em regime semiaberto a autorização para saída temporária do estabelecimento, sem vigilância direta, em casos específicos. Um dos critérios de seleção para quem vai sair é o bom comportamento. O problema, porém não está na saída de presos que por acaso mereçam, mas sim nos que jamais deveriam ser contemplados, mas milagrosamente conseguem driblar a ótica seletiva e pelos equívocos da lei caem fora da cadeia para retomar suas praticas criminosas e aterrorizar o cidadão hipoteticamente livre.
Pra se ter uma ideia, a última saída temporária aconteceu no dia dos país, no mês de agosto e dos 312 presos beneficiados com o indulto, 57 não mais retornaram as suas respectivas unidades prisionais. Ou seja, a história se repete e o número dos que não voltam e ficam perturbando o resto da paz social é sempre alto.
Quer dizer, até quando vamos ter que viver com esses equívocos da lei em se tratando do sistema prisional brasileiro? Quando será que os criadores de leis vão refletir e sugerir mudança, entendendo que liberar qualquer preso, utilizando-se de critérios aleatórios e imprecisos para colocar irresponsavelmente um elemento desses, de alta periculosidade na rua é nocivo a sociedade? Até quando teremos que ver bandidos perigosos sendo beneficiados com essa tal saída temporária e obrigados a ser seus reféns, como se já não bastassem os que estão fora permanentemente?
Isso deixa claro que tanto o Estado quanto os operadores da lei não conhecem nada daquilo que deveriam dar conta nesse sistema prisional brasileiro e fica cada vez mais distante a possibilidade de se falar concretamente em ressocialização de preso neste país.
De acordo com a decisão por meio de portaria assinada pela juíza Ana Maria Almeida Vieira, titular da Vara de Execuções Penais de São Luís, a saída se dará nesta sexta-feira (9) e os presos beneficiado com o indulto terão que retornar no dia 15 de outubro até as 18 horas. Entre as obrigações nesse período, os contemplados não poderão ingerir bebidas alcoólicas, pegar em armas nem pensar. Eles também não poderão frequentar bares, festas ou similares e tem até as 20 horas para se recolher as suas residências.
A saída temporária é regulamentada pela Lei de Execuções Penais, que garante aos condenados que cumprem pena em regime semiaberto a autorização para saída temporária do estabelecimento, sem vigilância direta, em casos específicos. Um dos critérios de seleção para quem vai sair é o bom comportamento. O problema, porém não está na saída de presos que por acaso mereçam, mas sim nos que jamais deveriam ser contemplados, mas milagrosamente conseguem driblar a ótica seletiva e pelos equívocos da lei caem fora da cadeia para retomar suas praticas criminosas e aterrorizar o cidadão hipoteticamente livre.
Pra se ter uma ideia, a última saída temporária aconteceu no dia dos país, no mês de agosto e dos 312 presos beneficiados com o indulto, 57 não mais retornaram as suas respectivas unidades prisionais. Ou seja, a história se repete e o número dos que não voltam e ficam perturbando o resto da paz social é sempre alto.
Quer dizer, até quando vamos ter que viver com esses equívocos da lei em se tratando do sistema prisional brasileiro? Quando será que os criadores de leis vão refletir e sugerir mudança, entendendo que liberar qualquer preso, utilizando-se de critérios aleatórios e imprecisos para colocar irresponsavelmente um elemento desses, de alta periculosidade na rua é nocivo a sociedade? Até quando teremos que ver bandidos perigosos sendo beneficiados com essa tal saída temporária e obrigados a ser seus reféns, como se já não bastassem os que estão fora permanentemente?
Isso deixa claro que tanto o Estado quanto os operadores da lei não conhecem nada daquilo que deveriam dar conta nesse sistema prisional brasileiro e fica cada vez mais distante a possibilidade de se falar concretamente em ressocialização de preso neste país.
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